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Observadores do Prazer

Quem mandou não comer ?

 

Caros leitores, devo avisar que este conto é verídico e um pouco extenso. Tão verídico que omito datas e lugares. Nossos nomes são estes mesmos, afinal existem tantos outros marcos, marias, júlias, pedros, que me sinto tranqüila em revela-los. E meu objetivo é faze-los pensar sobre suas vidas íntimas. Amem seus parceiros intensamente. Do contrário, viverão uma vida monótona e infeliz. O que vou contar agora é verídico, e tenho certeza que um grande número de mulheres por esse mundo afora já passaram por essa situação, estão passando por esta situação ou mesmo fantasiam passar por esta situação. Não me considero nenhum expoente de mulher. Sempre fui uma menina normal, rosto simpático, jovem, seios médios, cabelos lisos negros, pele morena, gosto do meu corpo. Procuro manter pernas e bumbum sempre firmes, com um pouco de exercício e evitando sedentarismo. Entrei na faculdade mas não terminei. Acabei casando com Rafael, eu com 21 e ele com 32. No início tudo foi muito bacana. Apesar de ter tido alguns namorados e algumas histórias picantes, ele foi a primeira pessoa com quem transei de verdade. Até então as únicas coisas que tinham acontecido eram uma chupada que levei de um namorado, que por sinal foi meu primeiro orgasmo provocado por outra pessoa. Naquela ocasião, foi a primeira vez também que mamei uma rola. E também um namorado com quem fiquei muito tempo, numa ocasião em uma fazenda, em que tentamos um anal, mas ele foi nervoso e precipitado, e como foi muito desconfortável acabamos nos masturbando mutuamente. Fora isso, só com Rafa. Ele é atendente judiciário, logo que casamos fomos morar num apartamento bem localizado, adquirido com ajuda de nossos familiares. Os primeiros meses foram maravilhosos, com transas diárias fantásticas. Viajávamos, passeávamos, ele foi me ensinando tudo que eu queria saber sobre sexo. Gostávamos de assistir filmes eróticos e até tínhamos alguns brinquedos. Com dois anos de casados veio nosso primeiro filho. E as coisas começaram a mudar. Neste tempo procurei me dedicar à minha família, mas percebi que existem algumas coisas de que as mulheres precisam, como carinho e sexo. No meu caso, muito sexo. Passados seis anos, Rafa agora bebia e fumava. Só queria saber de futebol e churrascos com seus colegas de trabalho. Nossas noites agora se resumiam a algumas vezes no mês. Lembro que em algumas ocasiões ficávamos até quase três semanas sem transar. Apesar de sempre estar disposta, ele quase sempre estava bebido e com aquele hálito de fumante. Não haviam mais preliminares, era um papai e mamãe de cinco ou seis minutos e pronto. Comecei a ficar chateada. Em algumas oportunidades eu tomava banho e esperava ele na cama sem roupa, ali disponível. Outras vezes eu colocava uma roupinha mais ousada ou um filminho mais picante. Nada mudou. Minhas rotinas eram: levar e buscar menino na escola, supermercado, lava, passa arruma a casa, aquilo foi me deixando louca. Pois bem. Ocorre que no prédio havia um zelador recém admitido. Ele era um moreninho bem apessoado, devia ter uns 25 anos. Prestativo e cordial. As outras moradoras sempre falavam que ele era interessante e tal. Mas até então eu nem me preocupei. Ele também fazia a manutenção de todo o prédio, parte elétrica, parte hidráulica, sinais de TV e de telefone, enfim. Certa vez Rafa chegou meio bêbado e resolveu prosseguir com a bebedeira em um bar. Acabamos discutindo no saguão. Fiquei muito nervosa e comecei a chorar. O rapaz então acabou me acompanhando, pediu que eu me acalmasse, me deu um pouco de água e tal. A partir daí nos falávamos sempre. Quase que diariamente. Ele sempre muito respeitador. Vez por outra brincava, dizendo que eu estava muito chic, que eu estava bonita. Ele sempre fazia tudo que eu pedia. Pegava as correspondências, tirava vazamentos, pregava meus quadros de parede, enfim. Até que um dia fui pegar emprestado uma extensão elétrica na casa de uma vizinha no andar de baixo. Uma das poucas com quem tinha mais intimidade. Acostumada, entrei pela porta da cozinha, que não estava trancada. Chamei-a. Vi a extensão sobre a mesa da cozinha, peguei e fui saindo. Só que antes, resolvi voltar pra avisar que tinha pegado a extensão. Fui entrando até a sala e, ao me aproximar, vi algo inacreditável. Minha vizinha de pé, inclinada e apoiada no sofá, gemia ofegante, com a saia arregaçada até a cintura, enquanto o zelador, por trás, a fodia com vigorosas estocadas, segurando firme sua cintura. Ele parecia querer entrar nela. Era uma trepada forte, louca, nervosa, como se estivessem com medo de serem pegos ali, naquela situação. Ela apenas dizia: “vem assim… mais rápido… tudo…mais forte…rápido… antes que ele chegue… vai… me come mais…” Louca de vergonha e sem ser percebida me retirei em silêncio. Daí em diante meu sossego se foi. Dias se passaram e eu não parava de pensar naquela foda. Me senti estranha. De início, reprovei a atitude da minha amiga, pois era casada e tinha filhos. Mas lembrei que ela sempre reclamava dos mesmos problemas que eu. Falta de carinho e atenção, sexo sem qualidade, desinteresse do marido, enfim. De repente me vi com uma certa inveja dela. Não resisti e na primeira oportunidade que tive, comentei com ela o que eu tinha presenciado. Ela ficou verde e quase passou mal. Mas eu a tranqüilizei, disse que estava tudo bem e que ninguém jamais saberia daquilo. Então batemos um longo papo sobre casamento, sexo, e foi ótimo, pois ela queria desabafar e eu também. A partir daí viramos confidentes mútuas. Ela me contou de outros casos que teve, de como fazia sexo casual pra não se comprometer, enfim. Certo dia comentei com ela que não parava de pensar na transa dela com o zelador. Ela achou o máximo e disse que eu deveria experimentar, pois ele era muito gostoso e discreto, que tinha uma rola grossa deliciosa, que ficava horas de pau duro, e mais todas as besteiras possíveis. Fiquei espantada e disse: “você é louca? Nunca faria isso!! Não tenho coragem. E mesmo que tivesse jamais me perdoaria…” Ela respondeu: “você não merece viver assim. Deve experimentar pra ver como é. Saber o que é bom. Pois daqui a pouco tempo estaremos mais velhas e vamos acabar frustradas e infelizes”.

Os dias passaram e foram diversas siriricas pensando naquela conversa e naquela imagem que tinha visto. Eu estava subindo as paredes. Todas as vezes que via o zelador, ia pro banho com um brinquedinho tentar abaixar o fogo. Certo dia ele me ajudou a subir com as compras, como sempre fazia. Ofereci-lhe um suco. Ele aceitou e quando estávamos na cozinha, ele disse que tinha conversado com minha amiga e sabia de tudo que aconteceu. Eu fiquei branca de vergonha. Ele disse então pra mim ficar tranqüila, que estava tudo certo, que eu não me preocupasse. Ele levantou pra ir embora e eu o acompanhei até a porta. Era de manhã. Meu filho e meu marido não estavam, é claro. Quando chegamos no corredor, já próximo a porta, ele me beijou. Atônita, mas com a buceta pingando, eu o empurrei com certa violência: “o que é isso? Ficou louco? Eu sou casada! Pare com isso!”. Mas pra minha surpresa, ele me abraçou firmemente e invadiu minha boca com sua língua, encostando-me na parede do corredor. Tentei me livrar, mas ele habilmente me imprensava na parede com seu corpo, e uma de suas mãos rapidamente subiu pelo vestido largo que eu usava, encontrando minha buceta ainda por cima da pequena calcinha que vestia. Ali ele já percebeu a umidade e o calor da minha xoxota. Instintivamente eu respirei fundo: “por favor, pare…não podemos…”. Ele disse: “calma dona Júlia… a Ana (vizinha) me disse do que você precisa… e é isso que eu vou te dar agora… eu sempre quis comer você… sempre senti tesão por você…” Aqueles termos, aquelas palavras, aquela situação, o medo, o volume do membro dele se esfregando em mim, me enfraqueceram completamente. Meu corpo simplesmente amoleceu. Ele habilmente abaixou as alças do vestido expondo meus seios com os bicos super-duros. Ele já beijava e lambia meu rosto, pescoço, seios, barriga… eu ali, cheia de medo e tesão não conseguia reagir. Ele tirou minha calcinha. Quando percebi, ele já estava com a calça no calcanhar, e um enorme pênis brilhante e duro. Eu estava mole como uma marionete. Ele então suspendeu uma de minhas pernas e deu aquelas duas pinceladas com a cabeça do pau na minha racha. Minha buceta escorria uma confusão de líquidos. Ele então ficou entre minhas pernas e me suspendeu, segurando pelas minhas nádegas, e eu com as costas na parede. Eu estava ali: suspensa no ar, totalmente arreganhada e sem defesa, enlouquecida de tesão. Nesse momento ele invade minha buceta com aquela rola enorme, me preenchendo por completa. Sinto seus ralos pentelhos encostando na minha buceta. Ele entrou até o limite. Eu podia sentir ele chegando até o útero. Nesse instante a comparação foi inevitável. Meu marido nunca tinha chegado até ali. Ele parou dentro se ajeitou um pouco. Segurou firme a minha bunda e começou um vai e vem lento, mas bastante firme em minha buceta: “toma, gostosa…toma. Era isso que você queria, né?? Então dá essa buceta pra mim, dá?! Quer que eu meta assim em você? Está gostando, meu amor?? Então eu vou te fuder bem gostoso, viu??” E começou a socar com força e o mais fundo possível, suas investidas eram firmes, meus seios tremiam a cada bombada. Neste momento eu dei o primeiro hurro de orgasmo. E cravei as unhas nas costas dele. Eu sempre quis ouvir e dizer aquelas coisas safadas que só via em filmes. Então eu aproveitava: “Caralho, que delícia… me fode assim… me come com tudo… eu queria mesmo uma rola de verdade…me come bem fundo que eu vou gozar de novo…mete esse caralho com força na minha buceta…puta que pariu, que delícia…” E o zelador me fudeu ali,de pé, no corredor da sala, por quase vinte minutos. Eu gozava, gemia, chamava palavrões e ele ali, de pau duro, me comendo sem pena, suado, até que senti seu pau latejar dentro de mim, suas pernas tremeram e sua respiração ficou mais rápida, enchendo minha buceta de esperma. Em suas últimas estocadas ele procurou mais profundidade, e acabei gozando juntinho com ele. Fiquei tranqüila porque minhas pílulas anticoncepcionais estavam em dia, funcionando. Finalmente, com as pernas ainda bambas eu coloquei os pés no chão. De mim escorria um gozo espesso e branco, em quantidade considerável. Fui até a cozinha pegar um pano. Aproveitei e me limpei. Quando voltei à sala ele já estava recomposto. Muito sereno e seguro, ele disse: “Dona Júlia, eu já vou indo. Caso precise de mim, é só chamar”. Ele saiu. Tomei banho e naquele dia não fiz mais nada. Fiquei deitada assistindo tv, depois peguei meu filho na escola e dormi a tarde toda. Acordei com o Rafa chegando, já quase à noite. Estava satisfeita, desestressada, fortalecida, relaxada, enfim me sentia muito bem. Tive que concordar com minha vizinha Ana. Eu realmente estava precisando de uma boa trepada. Depois fiquei um pouco pensativa, me sentindo culpada e tal. Mas o Rafa continuava indiferente, bebendo, fumando, e sem apetite por mim. Nossas transas eram completamente sem sal. Eu estava ficando novamente com aquela sensação. Não parava de pensar naquele corredor, na transa incrível com o zelador e em tudo que aconteceu. Então cometi um erro fatal. Decidi que iria dar pra ele de novo. Desta vez eu esperei Rafa sair de manhã e de imediato desconectei o cano embaixo da pia, o que é bem facilzinho e nem precisa de ferramenta. Liguei pra portaria e pedi que meu zelador viesse até o apartamento consertar pra mim. Desta vez eu o ataquei. Quando ele entrou no banheiro eu fui logo agarrando ele: “quem precisa de cano sou eu, viu?!!” Naquele dia eu dei um show de boquete nele. Depois sentei meu zelador no vaso sanitário e cavalguei firme naquela rola. A novidade foi que, naquele dia, pela primeira vez desde a minha juventude, senti finalmente uma rola invadindo meu rabo. E ele foi muito paciente e habilidoso. Eu deitei de quatro com rostinho no chão. Ele trabalhou bastante com a língua no meu rego e depois pediu pra eu abrir a bundinha pra ele. Com as mãos, eu abri minhas nádegas o máximo que pude. Ele forçou até que a cabeça entrasse. Ao sentir aquele ardume eu reclamei, mas ele parou e esperou até que eu relaxasse. Não sei explicar, mas de repente foi ficando gostoso. Quando dei por mim, eu mesma já forçava meu corpo pra trás pra recebê-lo mais fundo. Gozei gostoso com os dedos dele no meu grelo enquanto ele ejaculava dentro do meu ânus. Daí por diante, foi foda atrás de foda. Trepávamos quase que diariamente. Tudo era motivo pra eu dar pra ele. Canos, baratas, correspondências, gás, quadros, enfim. Tornamo-nos os reis das “rapidinhas”. Ele já me comeu na cozinha, na sala, no closed, no quarto do meu filho, no elevador, na lixeira do prédio e, é claro, no quartinho do zelador. Comecei então a ficar mais ousada. Certa ocasião, enquanto o Rafa bebia na sala assistindo a um jogo de futebol, meu zelador me castigava por trás enquanto eu lavava a louça. A última grande loucura foi quando Rafa viajou a trabalho numa terça-feira. Desta vez, meu zelador dormiu na minha cama e me comeu à noite toda. Foi tudo como eu sempre imaginei. Fudemos de pé, sentados, deitados no chão, no banheiro, comeu meu rabo várias vezes, me fez engolir esperma, gozou na minha cara, enfim. Realmente me consumiu. Hoje quase não sinto falta do Rafa. Não me importo em apenas cumprir minhas obrigações de esposa, pois na situação que me encontro consigo satisfazer todas as minhas loucuras sem comprometer a integridade da minha família. Fica aqui meu recado para os mais conservadores: Boa parte de um casamento consiste em afinidade sexual. Toda mulher gosta de carinho, compreensão, respeito… mas nunca se esqueçam que toda mulher gosta mesmo é de uma boa trepada. Toda mulher quer ser bem fudida, toda mulher também quer gozar. Uma mulher tem que ter seu dia de puta. Se o marido não proporciona este dia, acaba perdendo seu espaço. Espero que tenham gostado. Um grande beijo.

03:50 - 12/10/2014 - comments {0}

O Eletricista tarado

Tudo isso acontece, porque meu pai trabalha pra político em Brasília e minha mãe não para em casa…pior, eles vivem inventando reforma no apartamento, na casa e tauz e sobra pra eu ter que ficar de olho nessa gente. Sem contar a poeira, o barulho, etc. Já tinha uns 15 dias que dois homens estavam arrumando a parte elétrica do apartamento. O eletricista era um tal de Armando e o outro que vinha com ele se chamava Olavo.
Depois de uma semana naquele entra e sai, percebi que eles já olhavam pra mim e para a minha mãe com olhares de comilões. Mas, como a minha mãe não para em casa sobrou pra eu ter que aturar aqueles dois. Às vezes quando eu passava por eles numa roupa mais curta ou de shortinho, eles ficavam me comendo com os olhos feito uns tarados.
Há mais ou menos uns dois dias eu cheguei da aula mais cedo e estranhei não ter ninguém ali trabalhando. Quando estava indo para a cozinha pegar um refri, ouvi um barulho estranho vindo lá do banheiro da empregada. No começo eu fiquei assustada, mas, depois percebi que pareciam gemidos. Fui até a porta da área de serviço, onde dava pra olhar de longe na direção do banheiro e o que vi me deixou abobada. O tal do Armando estava sentado no vaso, em cima da tampa e com a calça abaixada e talvez não esperasse que alguém chegasse àquela hora. Ele tava com cacete duro pra fora da calça batendo uma punheta e com uma calcinha na mão, que logo percebi que era minha.
Ele batia com força, esfregava a calcinha na cabeça do cacete e gemia baixinho dizendo: - Gostosa, quero te fuder toda! Esse cheirinho da sua bocetinha me deixa louco. Quero ver essa calcinha no seu corpo pra arrancar ela e te fuder todinha! E virada a calcinha e continuava: - Toma meu cacete nessa bundinha arrebitada! E desvirava e falava baixinho: - Agora, engole o meu cacete nessa bocetinha gostosa! Nossa! aquelas palavras e o jeito como ele segurava a minha calcinha e esfregava na cara e depois no cacete me deixaram doida, comecei a tremer e a calcinha que eu estava usando ficou úmida, de tanto que fiquei excitada.
Naquela hora eu percebi que aquele coroa era um tarado! Pensei em xingar ele de filho da puta, tarado, pervertido, mas estava gostando muito daquilo, eu estava toda molhadinha e cheia de tesão. Ele é negro, alto e bem musculoso, além disso, tem uma cara de bravo que me deixou mais excitada. Sem contar, aquele cacete lindo, cabeçona bem vermelha, cheio de veias, grosso e grande na mão dele, pulsando enquanto a mão dele subia e descia, segurando aquele mastro negro. Percebi que era uma das minhas calcinhas que deveria estar no cesto de roupa suja e que agora passeava naquela tora negra pela mão dele.
Pra me deixar mais de careta ainda, logo ele começou a esporrar uns esguichos fortes e ele ainda usou a minha calcinha pra abafar os esguichos e depois limpar o enorme cacete com ela.
Paralisada, senti a minha xaninha alagada e eu queimava de tanto tesão. Assustada as minhas pernas tremiam e eu mau conseguia me mexer.
Sai de fininho cheia de tesão e fui tomar o meu banho. enquanto me deliciava no chuveiro imaginando o corpo dele, o baita cacete e tauz! Comecei a me acariciar e sentia o meu corpo pegando fogo e estava com o tesão a flor da pele.
Apesar de toda a tara dele por mim eu confesso que fiquei um pouco nervosa e com medo. Sai do banho e coloquei um shortinho de malha bem curtinho e uma blusinha tipo top que deixava a minha barriguinha toda de fora. Esse shortinho é muito fino e curto, pois uso pra ficar em casa ou dormir e ele ainda deixa aparecer a minha calcinha por baixo e também deixa mostrar as polpinhas do meu bumbum. Bom, voltei pra cozinha pra comer alguma coisa. Ele é claro, havia percebido que alguém havia chegado porque não estava mais por ali. Na volta encontrei com ele no corredor e então pra provocar, passei por ele, cumprimentei e percebi que estava olhando o meu bumbum rebolando.
Nossa! Eu deixei ele mais doido ainda porque de longe percebi que ele ficou alisando o cacete por cima da calça. Mesmo naquela distância deu pra notar que era um cacetão de respeito…bem grosso e cumprido que estufava o tecido da calça. Notava seus olhos me despindo, desejando… e isso aumentava o meu tesão… sabia que estava gostosa, mesmo sem estar com nenhuma roupa mais ousada, tipo um vestidinho ou uma sainha.
Bom, logo ele veio me procurar dizendo que precisava de alguns materiais e que era pra mim falar pra minha mãe. Fui acompanhando ele e quando chegou perto de um buraco na parede onde ele disse que ia colocar um tal de quadro de força começou a me mostrar algumas coisas e eu comecei a rir dizendo que não conseguia ver nada porque era baixinha e o buraco estava mais alto.
Então, ele disse que podia me erguer se eu quiser ver melhor e depois explicar para a minha mãe. Percebendo a intenção dele me fiz de boba e aceitei. Ele me segurou pela cintura, atrás de mim, e me levantou. Às vezes não conseguia me segurar direito e fez isso umas três vezes, mas, quando me abaixava, fazia questão de me descer pertinho do corpo dele e eu sentia alguma coisa dura nas minhas polpinhas. Quando eu disse que já tinha visto ele me desceu de vez e me deu uma bela encoxada, deu para sentir um volume imenso crescendo na minha bunda, fiquei toda arrepiada e começou me mostrar onde seria instalado os equipamentos e tauz!
Sem olhar pra trás, fui saindo da frente dele e dizendo que já tinha entendido, mas nisso a minha bundinha foi deslizando de roupa e tudo pela extensão do cacete dele e é lógico que ele tentava esconder aquele volume todo pra mim não ver e de tanta vergonha que estava.
Ele foi embora e ficou por isso mesmo. À noite eu rolava na cama e não conseguia dormir lembrando daquela tora encostando em mim.
No dia seguinte depois da aula quando cheguei ouvi ele cochichando baixinho com o outro cara: - Olha só que rabo gostoso essa menina tem! E o outro cara respondeu: - Também, tem a quem puxar né? A Mãe dela é outra gostosa!
Naquela hora eu lembrei que um dia, eu cheguei mais cedo também da escola e sem que ela me visse eu vi a minha mãe na sala com uma camisa regata branca e apertada e uma calcinha minúscula e por alguns segundos reparei o quanto ela é gostosa. Tem uma bunda enorme e redondinha, com suas gordurinhas e celulites. Eu já estava pronta pra entrar e zoar com ela quando pra minha surpresa no sofá estava o Jonathan, filho da empregada, também negro, completamente nu acariciando o enorme cacete negro e olhando pra ela.
Até que ela se virou e começou a beijar ele e foi sentando no seu colo enquanto o cacete preto dele roçava a perna dela e ela beijava ele, passando a mão pelo peito, rosto, braços dele até começar a acariciar o saco e o cacete dele e depois começar a punhetá-lo.
Eu sempre soube que ela traia o meu pai porque ele fica lá em Brasília fazendo política e mau dá atenção pra gente, mas, nunca tinha visto de tão perto uma coisa daquela. Ela nunca soube que eu vi, mas também, nunca me encheu o saco com as minhas saídas e dormidas fora de casa. Sempre fomos amigas.
Bom, passei por eles cumprimentei e sorri e fui tomar meu banho. Deixei a porta meio aberta de propósito. Eu estava louca de tesão e quanto mais me lembrava do dia que ele pegou a minha calcinha e bateu punheta pensando em mim mais doida eu ficava.
Não deu outra! Não demorou e percebi pelo espelho que ele estava me espiando pela fresta da porta e alucinadamente batia punheta sem perceber que eu havia notado tudo. Ele era mesmo um tarado! Se arriscava só pra me ver. Me demorei mais do que de costume e passava as mãos por todo o meu corpo pra ele ver bem como eu era. Por outro lado, eu me acariciava com muito tesão e pensava: - Eu tinha que me arriscar e deixar aquele cacetudo me comer. Só eu sabia como a minha xaninha e o meu cuzinho ficavam, querendo aquela rola negra. Quando fechei o chuveiro ele saiu e acho que, correu rapidinho porque eu não o vi mais. Vesti uma camisolinha de alças bem curtinha com uma calcinha de algodão bem cavada, afinal eu estava na minha casa e o calor era insuportável, assim como o meu tesão…rsss.
Fui pra sala e liguei a TV e antes de sentar olhei rapidamente para trás e vi ele me olhando de longe. Notei que seu cacete já estava duro porque ele alisava por cima da calça e às vezes dava uns apertões. A cara de tarado dele já dizia tudo. Eu disfarçava e fingia que não via nada.
Tinha hora que eu notava nitidamente ele mexendo com os lábios e dizendo, enquanto alisava o cacete por cima da calça: - Deixa delícia eu ti fuder, vai!… sei que você vai gostar sua gostosinha, da bundinha arrebitada!
Eu apenas sorria sem olhar pra ele e balançava a cabeça fingindo estar envergonhada.
Ele ficou lá de longe, por alguns minutos e depois como eu não falava nada ele saiu e foi para aonde estava o seu amigo.
Dei um tempo e fui ao banheiro e depois fui na cozinha beber uma água, pois estava com muita sede.
Passei por eles pra ir ate a cozinha beber água e fiz questão de passar bem devagarzinho e rebolando. Eu estava descalça e apesar do silêncio eu percebi a respiração quente dele nas minhas coxas, porque ele estava abaixado mexendo em não sei o que no corredor.
Eu podia jurar que ele me seguiu com os olhos até a porta da cozinha. Minha xaninha já estava molhada e uma gota de suor escorreu pelo meu reguinho passando pela entrada do meu cuzinho, me deixando doida. Eu estava brincando com fogo e sabia que podia me queimar, já que ele era um tarado bem sem vergonha.
Ouvi quando ele falou para o outro cara: - Olavo! Você já pode ir. O serviço está quase no fim e daqui pra frente pode deixar que eu termino. Em seguida, ouvi o tal do Olavo falando até amanhã pra ele e indo embora.
Eu ainda estava na cozinha pegando o copo de água quando escutei ele me dizer: - Cinthia, posso usar o banheiro daqui de dentro um minuto? O lá de fora ainda está com a fiação toda solta e eu só vou arrumar amanhã!
De costas pra ele e sabendo que ele me comia com os olhos respondi: - Lógico!, se precisar tem toalha de rosto limpa no armário da direita. Eu como não sou boba nem nada (rsss) dei um tempinho e corri silenciosa até o banheiro onde ele estava e espiei pelo buraquinho da fechadura…afff, pra que fui fazer aquilo? Apesar da dificuldade vi ele sentado na tampa do vaso, batendo outra punheta. Acho que ele sabia que não ia me comer e estava se aliviando, lá. Tadinho, por minha causa ele se acabava na punheta…rsss.
Mas então, a primeira coisa que vi foi aquele cacetão negro e enorme! O cara era meio que animal, minha nossa! Duro, brilhando, grande e grosso!. As veias também grossas pulsavam. Todo negro e brilhante, a cabeça vermelha… parecia um pedaço de pau na mão dele que, segurava e acariciava aquela coisa dura e pulsante nuns movimentos rápidos. Apesar de não estar dessa vez segurando alguma calcinha minha, quando encostei o ouvido na porta ouvi ele dizer gemendo baixinho, pensando em mim, enquanto batia punheta:- Ah! Sua safadinha gostosa é de uma rola dessa que você merece! Você tinha que sentir essa rola do negão te arrombando, te arregaçando todinha! Quero ver você gemer com essa rola todinha dentro de você! 
Nossa!… de novo, eu não acreditei…ele estava segurando um tremendo de um cacete na mão, querendo colocar aquilo tudo dentro de mim e falava o meu nome? Que cara tarado, aquele! aff…
Naquela hora eu não pensava em outra coisa…eu queria dar tudo pra ele, queria que ele me fudesse gostoso como nunca ninguém tinha feito, queria chupar aquela tora grossa, queria senti-la no meio das minhas coxas, nas minhas mãos…pior, minha xaninha queimava e babava de tanto tesão, meu cuzinho se contraia e eu ficava imaginando que ele não ia agüentar aquilo tudo dentro dele. O cacete daquele cara ia me arrombar todo o rabo.

Bom, continuando eu não podia perder mais tempo. Encanada, liguei pra minha mãe pra saber onde ela estava e a que horas ia voltar e quando fiquei sabendo que ela só voltaria de madrugada…afff…eu adorei!

Estava ali sozinha em casa com aquele tarado que batia punheta no banheiro por minha causa e além do mais, com um cacete lindo e do jeito que eu gosto…hum! eu tinha que fazer alguma coisa, mas sem parecer uma garota vulgar! Demais a mais, eu me sentia gostozinha usando aquela camisolinha de alças bem curtinha e transparente que deixava os biquinhos dos meus seios a mostra através da transparência e aquela calcinha de algodão bem cavadinha e coladinha no meu bumbum…não ia precisar fazer muito esforço pra ele perceber o que eu queria..rsss. 
Voltei pra sala e me debrucei na janela, ficando na ponta dos pés e deixando a minha bundinha empinada, como se estivesse olhando o movimento lá embaixo na rua. Senti que a camisolinha subiu um pouco parando na metade do meu bumbum e deixando aparecer a minha calcinha e as minhas polpinhas.
Uns 3 minutos depois me virei quando ouvi ele falar: - Cinthia! Obrigado por deixar eu usar o banheiro. Claro que ele me olhou de um jeito malicioso porque antes devia ter me visto de costas e eu estremeci com o brilho que vi nos seus olhos e aquele seu jeito de tarado! E também, já estava de novo com o cacete muito duro só de me ver ali daquele jeito. E continuou: - Bom, daqui a pouco eu vou embora porque o serviço de hoje já está acabando!
Respondi fazendo beicinho de tristeza: - Já? Poxa! Você é muito rápido heim? Então ta! Eu digo pra minha mãe quando ela chegar mais tarde, que o serviço de hoje acabou. E me virei, dando as costas pra ele de novo. Ouvi quando ele saiu pelo corredor mas, continuei ali mesmo olhando pela janela e pensando que aquele ainda não seria o dia.
Estava tão distraída que levei um baia susto quando ele chegou por trás, me abraçou pela cintura, beijou o meu pescoço e falou, sem me dar chance de nada: - Você acha que eu vou embora sem te comer? Por alguns segundos eu senti o volume do cacete dele grudado na minha bundinha e depois me virei empurrando ele com as mãos…nessa hora eu vi que ele estava quase pelado. Tava descalço, com uma cueca cinza que mostrava por baixo o cacete imenso dele. E fui falando: - Nossa! O Que é que você ta fazendo aqui desse jeito, ta louco? E tornei a me virar dando as costas pra ele como se estivesse com vergonha e assustada.
Novamente, ele se encostou na minha bundinha com aquela tora toda dura, me segurando forte com as mãos na minha cintura, ficou esfregando aquilo grosso e duro feito um pedaço de ferro nas minhas polpinhas e cochichou do meu ouvido: - Eu sei que você ta louca pra sentar no colinho do tio…sente como você me deixa! Já bati várias punhetas pensando em você, sabia?
Então, já toda molhadinha e com a xaninha pegando fogo levei uma mão pra trás e apertei o cacete dele com vontade para mostrar que eu estava a fim e respondi entre gemidos: - Eu sei! Vi até você sujar uma calcinha minha! Você é muito tarado!
Ele espantado mais cheio de tesão continuou: - Ah! Então é assim né safadinha? Você já sabia que eu sou doido pra te fuder todinha e ficava se fazendo de difícil? Pois agora eu vou gozar em você e não na sua calcinha!
Puxou meus cabelos me fazendo jogar a cabeça pra trás e arrebitar mais a bundinha, ainda grudada no cacetão dele e disse: - Você vai chupar o meu caralho igual a um picolé! Eu me fazendo de difícil respondi: - Não vou não! Ele colocou a outra mão na minha barriga me puxando mais pra trás, começou a se esfregar em mim fazendo com que a minha calcinha entrasse no meu reguinho, por causa da força que o cacete dele fazia nela e respondeu com jeito de bravo: - Você vai chupar sim! E depois eu vou te fuder inteirinha sua putinha safada! Eu sei que você deve gostar de rola!
Com a xaninha toda babada e me sentindo uma putinha nas mãos dele eu pedi: - Então ta! Mas, por favor vamos sair daqui que a gente ta na janela e algum vizinho pode escutar ou ver tudo isso!
Ele foi me soltando mas enquanto eu fechava a cortina, ele enfiou as mãozonas pelas laterais na minha calcinha e foi abaixando ela com toda força e rapidez pelas minhas pernas que quando pude sentir só estava com a camisolinha transparente, sem nada por baixo.
E quando eu me virei, ali mesmo, na sala ele foi abaixando e segurando a minha cabeça na direção seu cacete, que já estava pra fora da cueca e atolando ele na minha boca, me chamando de vadia, e ficando doido. Ele mandava eu chupar o saco e mandava eu chupar o cacete dele enquanto batía uma punheta gostosa na minha boca. Eu grunia com aquela baita cabeça vermelha na minha boca porque sentia os meus lábios se esticarem para poder caber aquilo tudo nela. Quase vomitei! Mau conseguindo segurar com a mão aquela tora negra eu tirei ela da minha boca e falei: - Não vai gozar agora, né?
Ele guardou dentro da cueca o cacetão todo molhado pela minha saliva, me pegou pelo braço me fazendo ficar de pé na frente dele e respondeu: - Agora não! Vamos para o seu quarto que eu vou te dar ele todinho de presente. Me pegou pela mão e me puxou pra onde ele queria me levar. Quando chegamos no meu quarto ele me colocou na cama segurou o cacetão por cima da cueca, apertou me mostrando e falou: - Ta vendo isso aqui? Olha bem, porque esse cacete negro vai fazer tremer o seu corpinho branquinho!
Para o espanto de depois gargalhada dele, eu respondi: - Ah! é? E me estiquei toda pegando o meu celular e tirei uma foto daquela cena. E continuei: - Pois então, eu quero me lembrar dele!
Depois com a cara mais séria, arrancou a cueca, me fazendo ver aquela tora negra pular pra fora e ficar pulsando pra cima quase batendo na barriga dele me pegou pelo braço me colocando de pé, me encostou na parede, abriu minhas pernas com o joelho e colocou aquilo tudo entre as minhas coxas e ficou enfiando e tirando o cacete do meio delas. Eu apertava mais as minhas pernas pra sentir seu cacete nas minhas coxas e as vezes me contorcia toda porque a cabeça daquele mastro vinha abrindo por baixo a minha xaninha como se fosse entrar nela e depois passava por ela indo aparecer na minha frente.
Ele com as mãos por dentro da minha camisolinha, já levantada até quase os meus seios, apertava os biquinhos deles me fazendo gemer de prazer.
Senti que ele queria primeiro me sarrar antes de me comer…aliás, acho que todo tarado é assim…sei lá!
Depois, pediu pra mim arrebitar o bumbum e abrir as minhas nádegas com as mãos e ficou passando a tora no meu reguinho, pra cima e pra baixo. Tinha hora que parava a cabeçona na entradinha do meu cuzinho e esfregava com toda força e por umas duas vezes falou no meu ouvido: - Vou comer teu cú! Sua diabinha gostosa! E eu pensava entre gemidos: - Ah meu deus! Será que eu vou agüentar?
Só sei que depois de esfregar aquela tora negra por quase todo o meu corpo e me virou e disse: - Vai lá! Sobe na sua cama e fica de quatro!
Então, tirei a camisolinha e me coloquei de 4 e ele veio e abocanhou a minha xaninha com aquela língua áspera, grande e gostosa. Fui pro céu! E agarrada pelas mãos dele gemi e gritei muito enquanto a minha xaninha se contorcia com aquela boca e língua nela.
Me sentia encharcada pela saliva dele e pelo leitinho do meu gozo! Estremeci quando senti ele pincelando a cabeçona do cacete no grelho da minha xaninha toda melada. Respirei fundo e pensei: - Chegou a hora!
Armando cravou as mãos na minha cintura encostou a cabeça da tora negra na entrada da minha xaninha me fazendo dar um pulinho de susto e ir um pouco pra frente, me trouxe de volta e foi ajeitando o meu corpo pra receber tudo aquilo. Aos pouco fui sentindo os lábios da minha xaninha irem se abrindo e como se fosse uma boca ir engolindo cada pedacinho daquele cacete.
Gemi bem baixinho, quando ela entrou todinha em mim quase tocando o meu útero e ele começou a fazer o vai-e-vem…empurrando o meu corpo pela cintura pra frente e pra trás. Eu sentia aquele mastro negro entrar todinho em mim e depois sair até a cabeça ficar na entrada da minha xaninha de novo…foi uma sensação doida, minhas pernas começaram a tremer, minha coluna se arrepiou inteira, e eu gozava feito uma maluca enfiada naquela baita vara…ele não parava e logo começou a forçar mais e mais rápido.
Que delícia era estar sendo fudida por um cacete daquele…eu gemia e rebolava como uma louca naquele mastro, duro, grosso e cheio de veias estufadas. Gozei ainda mais sentindo aquilo tudo na minha xaninha e quando ele enfiou um dedo no meu cuzinho e falou taradamente: - Toma o meu caralho! Sua putinha, safada, branquinha, ninfetinha, cadelinha…eu ainda vou fazer você gozar muito na minha rola! Rebola nela sua vadia! Rebola essa buceta nesse pau negro que vai te arrombar todinha!
Eu dava gritinhos e dizia: - Minha nossa! Que cacete é esse? Você está acabando comigo…mete! Faz o que quiser comigo, hoje eu sou todinha sua!
E ele puxava os meus cabelos e dizia: - Hoje? Sua putinha safada! Pois, fique você sabendo que enquanto eu estiver trabalhando aqui na sua casa você vai dar pra mim a hora que eu quiser e toda vez que chegar da escola e só tiver nois dois aqui no mínimo, vai sentar um pouquinho no colinho do negão! E sem calcinha, ta?
Doida, alucinada eu respondi: - Ai! Jura, que você vai querer isso de mim? Vai me deixar mau acostumada heim?
Acho que ele pensou naquela hora que eu estava brincando e cravou de uma vez o cacete dentro de mim me fazendo ver estrelas e falou alto: - Chega de choramingar! Quero comer seu cuzinho agora! Já fudi essa bucetinha gostosa e agora to afim de gozar! Vai! Encosta essa carinha no travesseiro e empina essa bundinha branquinha pro teu negão, vai! 
Implorei dizendo que estava sequinha e que ia doer…que outro dia eu dava a bundinha pra ele e tauz…mas não teve jeito! Ele puxou meu quadril pra cima e enterrou a língua no meu cuzinho me fazendo se contorcer toda e quase gozar de olhos fechados. Credo! Ele não só enfiava a língua como chupava meu cuzinho também. Apesar de saber muito bem o que me esperava eu fiquei doida pra dar a bundinha. Deixou meu cuzinho, molhado, babado de saliva e disse: - Pronto, putinha! Agora ele ta molhadinho e pronto pra receber esse caralho todo!
Eu então empinei bem o bumbum, abracei o travesseiro e procurei abrir bem as pernas. Comecei a sentir a cabeça enorme do cacete negro dele forçar a entrada do me cuzinho e ele foi colocando o cacetão bem devagar, sem me assustar… quando eu ia tirando ele mesmo se afastava e ficava pincelando a porta do meu cuzinho. Só fiquei assustada quando pedi pra ele colocar devagarzinho porque tinha sentido o meu cuzinho se abrir muito na primeira colocada e arder um pouco e ele respondeu invocado: - Ah, é né putinha! Pois fique sabendo que no meu rebanho só tem vaquinha marcada, sua branquelinha bunduda! Tá pensando o que? que vai ficar com as preguinhas inteiras? Sua vadiazinha…eu sei que você tava louca pra tomar no cu e fica ai agora com frescura!
E então, enfiou aquela cabeça enorme de grossa no meu cuzinho, que quando passou só me restou gritar e me agarrar com força no travesseiro e no lençol.
Ele passou um dos braços enormes por baixo da minha barriga e me juntou com toda força como se eu fosse fugir e foi enfiando aquela tora no meu cuzinho. Chorei e berrei como eu nunca havia feito, a cada centímetro que aquela rolona entrava em mim.
Pior, ele ria e empurrava aquele pedaço grosso e grande de nervo preto no meu cuzinho desprotegido, só me lembro que eu gritava locamente: - Aiii!…aiiii!…aiii! minhas preguinhas!
Minha Nossa! Para! Você ta me deixando toda aberta! Tira um pouco por favor! Enquanto meus olhos se enchiam de lágrimas.
E ele respondia, sem dar a mínima: - Isso cadelinha! Geme com meu cacete enterrado no teu rabinho! Vai putinha! dá esse cuzinho apertadinho pro teu negão arregaçar com vontade esse rabinho branco pra você nunca mais esquecer! Chora! Grita! Porque eu não vou te largar até gozar!
Ele enfiava entrando e saindo tão rápido que em pouco tempo eu nem reclamava mais, limpei meus olhos no lençol e senti que meu rabinho ficou todo lasseado, parecia um buraquinho todo aberto, enquanto o cacete dele fodia inteirinho o meu cuzinho! Eu apenas gemia e as vezes dava uns gritinhos mais já de prazer e muito tesão.
Depois de um tempinho eu falei: - Para, um pouco! Fica quietinho que eu quero ver se dá pra fazer uma coisa! Ele parou por uns trinta segundos dentro de mim e então eu fui indo pra frente, sentindo toda aquela extensão de rola dentro do meu cuzinho e quando senti a cabeçona na portinha do meu buraquinho ele me segurou forte e falou: - Para, putinha! Você não vai sair!
Eu olhei pra trás, encarei ele, mordi o lábio de baixo, dei uma risadinha e respondi: - Calma! Você nem sabe o que eu vou fazer? Pode me segurar, seu bobo! Eu não vou sair!
Tomei coragem e fui voltando pra trás e rebolando devagarzinho pra cima e pra baixo e para os lados, grudada naquele cacete delicioso. Ele me soltou e deixou eu mesma me dar pra ele. Aos poucos fui aumentando as reboladas e rebolei, rebolei e ele foi ficando doido, puxando meus cabelos, beijando o meu pescoço, minhas costas e me perguntou se eu sentia as bolas do saco dele encostar na minha bundinha!
Eu apenas, respondi um: - aham! 
Naquele momento eu me senti a maior vagabunda, a maior puta porque já tinha sido arrombada por ele e ainda queria mais. Ele urrava e gemia forte enquanto eu apertava e soltava com o cuzinho, o cacete dele. Teve uma hora que ele não agüentou e falou:- O titio negão, ta te transformando numa puta, você ta gostando? Eu respondia que sim, e acho que isso mexeu com ele porque começou a gritar: - Então, toma porra sua cacelinha no cio!
Minha mãe! Senti um jato de porra quente e grossa encher o meu cuzinho! Era tanta porra que me deu até ânsia porque senti chegar no meu intestino!
Ele me puxou e fomos deitando agarradinhos na cama. Fiquei de conchinha grudada no corpo dele sentindo o peito dele nas minas costas e a respiração dele na minha orelha enquanto as pernas dele colavam nas minhas coxas, por trás!
Aos poucos aquela tora foi ficando pequena e saindo do meu cuzinho e ele ainda colocou ela entre as minhas coxas só pra me lambuzar mais de porra!
Tomamos banho juntos no banheiro do meu quarto e depois que eu estava limpinha mais ainda molhada, xupou a minha xaninha o meu cuzinho.
Vesti meu baby dool e senti a calcinha entrar de vez no meu reguinho e rindo falei pra ele: - Ta vendo o que você fez comigo? Meu bumbum ainda ta todo aberto!
E ele antes de fechar a porta e ir embora, parou e respondeu: - Ele vai demorar um pouco ainda pra voltar ao normal e eu acho muito bom…porque amanhã, ou depois ainda vou fuder ele de novo!
Mordi os lábios, olhei pra ele e disse: - Hum! Eu vou adorar!

11:58 - 1/10/2014 - comments {0}

Minha sobrinha é um amor

Sou o mais novo de 5 irmãos, Nathalia é filha de minha irmã mais velha, nossa diferença de idade não é tão grande assim, pelo fato de minha irmã ter engravidado cedo, tenho 26 e Nathalia 16.
Ela parece um anjo, é magra e tem uma bundinha empinada, seus peitos não são grandes, mas o suficiente para serem chupados bem gostoso.
Sempre fui seu tio preferido, eramos quase amigos, ela dizia que me amava, sentava no meu colo, passava finais de semana na minha casa desde pequena. Mas nunca a vi com outros olhos, incesto era algo que nunca se passava pela minha cabeça, até o dia que ela foi fazer uma visitinha no meu quarto, de madrugada.
Como quase todo final de semana, Nathalia foi passar na minha casa, ela chegou sábado depois do almoço.
-Oi tio! -me deu um abraço apertado, sorrindo. -Estava morrendo de saudade de você!
-Eu também, querida. -Sorri de volta.
Ela era como uma criança para mim, ainda não tinha me acostumado por ela ter crescido tão rápido.
Passamos o dia normalmente, assistimos filmes enquanto ela deitava no meu colo, conversamos sobre coisas que não eram importantes, ajudei ela com os trabalhos da escola e nos despedimos para deitar.
-Boa noite Dani, -Ela beijou meu rosto. -Amo você.
-Eu também, boa noite. -Observei enquanto ela subia as escadas. "Ela fica gostosa de baby doll" pensei, e empurrei esse pensamento para bem longe, sentei para assistir TV, ainda estava sem sono.
Quando o sono bateu, já era bem tarde. Subi para meu quarto e tomei um banho, coloquei uma cueca branca e me deitei para dormir. Estava calor então só me cobri com um lençol fino.
Estava tendo sonhos quentes, o que é bem comum no meu caso, tenho sono leve, ouvi um barulhinho e abri os olhos. Nathalia estava parada, a mais o menos um metro da minha cama, me olhando.
-Eu acordei você Dani? -Eu estava esfregando os olhos, ainda com sono. -Desculpa.
-Tudo bem, não foi nada, tenho sono leve. -Estava rouco. -Por que não esta no seu quarto?
-Eu não tô conseguindo dormir lá, -ela se sentou no meu lado na cama. -achei que eu conseguiria dormir aqui com você. Ela não me esperou disser nada, e se deitou do meu lado, se cobrindo, colocando a perna no meio das minhas e me abraçando. Sua pele estava quente e a minha também, acho que pelo calor, mesmo assim ela estava agarrada em mim.
-Boa noite tio. -Colocou a cabeça no meu peito e fechou os olhos.
Não estava conseguindo dormir, ela sempre dormiu no seu quarto, não entendi qual foi o problema de hoje. No começo ela ficou quietinha, achei até que estava dormindo, mas então ela começo a mexer a perna que estava entre as minhas, sua coxa e seu joelho ficavam encostando no meu pau. Apesar de ser seu tio, eu sou homem, então não teve como evitar ter uma ereção. Ela começo então a acariciar minha barriga, passando o dedo de cima para baixo, "Droga! Tenho que fazer ela parrar", esse era meu ponto fraco, nada me dava mais tesão que isso, cada carinho dela me dava arrepios, meu pau agora latejava dentro da cueca.
-Para com isso! -Minha voz pareceu mais brava do que eu esperava. -Assim não consigo dormir Nathalia!
-Desculpa Dani, -Disse com a voz triste. -Eu só queria te fazer carinho, não sabia que iria ficar irritado.
Ela parou e olhou para mim. Seu rosto estava triste e senti uma pontada de de remorso, talvez ela estava querendo mesmo só me fazer carinho.
-Desculpa, -passei a mão no seu rosto. -Não estou bravo com você... É que isso incomoda um pouco, um dia você vai entender, ok?
Ela não respondeu, ficou me olhando e chegou mais perto, colocou a boca perto do meu ouvido e sussurrou:
-Ok, prometo que vou ser uma garota boazinha. -Passou a mão na parte inferior na minha perna. -Agora me deixa te fazer mais um pouco de carinho.
Ela beijou meu pescoço e chegou até minha boca, eu sei, deveria ter parado, empurrado ela e dado uma bronca, mas não consegui. Já não transava fazia 4 meses, não por falta de oportunidade, sempre fui desejado pelas mulheres e recebi muitos convites, mais tinha acabado de terminar um relacionamento e não estava interessado. Então retribui os beijos, sentei na cama e coloquei ela em cima do meu colo, apertava sua cintura e lambia seu pescoço e orelha, ela retribuía rebolando no meu colo e gemendo baixinho no meu ouvido.
Ela se apertava cada vez mais em cima do meu pau, então meu tesão cresceu, esqueci de tudo, esqueci que era seu tio, esqueci que era 10 anos mais velho que ela (não que isso fosse um problema), esqueci que o que estava fazendo não era certo. Ela deitou, abriu as pernas e deitei em cima dela, esfreguei meu pau bem gostoso naquela bucetinha, tirei a parte de cima do baby doll, deixando ela apenas de calsinha, lambi e chupei seus peitos, mordi de leve e ela gemia de tesão, abriu as pernas e começou a passar o dedo na buceta, se masturbando enquanto eu devorava aqueles peitos deliciosos que cabiam direitinho dentro da minha boca. então desci, lambi sua barriga e comecei a chupar de leve a parte inferior da sua perna, ela esta exitada, muito exitada, eu queria cair de boca naquela buceta deliciosa, então assim fiz, tirei sua calsinha devagar, passando a mão de leve em sua perna enquanto o fazia, então comecei, chupava gostoso, enquanto lambia e envia meu dedo naquela bucetinha deliciosa, delirava, ela estava perto de gozar quando parei e abaixei minha cueca, deixando meu pau para fora, ela me olhava com um sorriso de safada. Ela estava deitada de barriga para cima e eu ajoelhado na sua frente, com a cueca abaixada o suficiente para deixar meu pau a mostra, comecei a bater punheta e esfregar a cabeça do meu pau naquela buceta molhada, que estava louca pra meter. Então assim fiz, me deitei em cima dela, coloquei meu pau com força, fazendo ela gritar e comecei a meter gostoso, fazendo movimento de vai em vem, forte e rápido, apertava seus peito e mordia seu pescoço. Ela me deitou na cama, já estava todo suado e ofegante, ela subiu em cima de mim e começou a cavalgar, ela gemia feito uma puta e me deixava ainda com mais tesão, sem perceber eu também estava gemendo, puxando seu cabelo e metendo enquanto ela sentava no meu pau.
Estava perto de gozar, então a virei brutalmente e empurrei sua cabeça no travesseiro, ela ficou com aquela bunda gostosa empinando pra cima, e meti ajoelhado naquela buceta deliciosa.
-Isso Dani, -Ela falava e gemia ao mesmo tempo. -judia da sua sobrinha, me fode gostoso!
Eu gemi forte, tirei meu pau e gozei em cima da sua bunda. Ela se virou, chegou a cabeça com a cabeça mais perto, e lambeu tudo, quando terminou sorriu para mim e fez sinal para eu me deitar do seu lado.
Nos abraçamos enquanto eu passava a mão nos seus cabelos, ela me beijou carinhosamente e colocou a cabeça no me peito. Dormimos.
Na manhã seguinte ela não estava na cama, coloquei uma bermuda e desci as escadas, Nathalia estava lavando a lousa da janta, só de calsinha, com os cabelos castanho escuros caindo até a cintura.
-Bom dia, tio. -Se virou e deu um sorriso malicioso. -Já quer comer seu café da manhã?

12:51 - 26/9/2014 - comments {0}

Safadezas Com Meu Tio Lúcio

Era final de sexta-feira santa, ainda restavam dois dias de feriado prolongado pra curtir. A noite estava agradavelmente quente, acabara de tomar uma ducha gostosa e teclava em meu quarto – nuinha pra variar –
Minha avó entrou “apavorando”:
— Mila, veste uma roupa criatura, e vai dormir logo que amanhã cedo teremos visitas!
— Vó? “Eu adoro constranger minha avó.”
— Será que vem algum gato fofo pra eu paquerar?
— Milaaa, toma vergonha na cara, você ainda é criança!
— Vai logo, se veste e vai dormir!
Acho que minha avó ainda não percebeu que faz tempo que deixei de ser uma menininha e tornei-me uma mulher, falei que estava desligando o PC e já deitaria. Fui dormir assim que ela saiu do meu quarto.
Acordei sentindo uma mão alisando minha bunda, acho que já era de manhã, não sei ao certo, estava em ponto morto ainda. Meu corpo nu estava parcialmente descoberto. Abri os olhos com dificuldade e vi meu tio Lúcio (Ele é afilhado de minha avó, mas eu o chamo de tio). Convivi muito com ele quando eu era mais jovem. Eu passava parte de minhas férias escolares aqui com meus avós. Nesta época eu ainda morava com meus pais, e meu tio Lúcio morava em uma casa aqui ao lado, sua mãe trabalhava para meus avôs. Ele mudou para outra cidade, onde conseguiu um trabalho melhor. Sua mãe foi junto.
— Ai tio, que susto! — Sonhava que estava sendo assaltada!
Eu, bem safadinha, fiz parecer que estar exibindo meu corpo nu, apenas parcialmente coberto pelo lençol, e com o agravante: “Ele passando a mão em minha bunda”, fosse a coisa mais natural do mundo.
— Cheguei a tempo de lhe proteger! Falou o safado.
— E faz tempo... “Bocejei” que você chegou, tio?
Ele e sua atual mulher eram a visita esperada de hoje.
— Acabamos de chegar! "Respondeu" — Nossa, nem parece aquela menina que eu pegava no colo pra atravessar o rio, você agora é uma mulher muito linda Kamila!
E rasgou elogios sobre o meu corpo e disse umas sacanagens enquanto eu deitada, me espreguiçava gostoso, puxei um pouco o lençol pra cima dos meus seios, mas agora a xotinha ficou de fora, a mercê de sua mão que ainda procurava meu corpo.
— Não se cubra Mila, está linda assim!
Quando percebi sua intenção de meter a mão em minha periquita, foi só o tempo de eu dizer:
— Paraa tio!
E ouvimos a voz de sua mulher que se aproximava o chamando. Ele saiu do meu quarto rápido e resmungando algo.
E o dia passou com muito joguinho de sedução, olhares maliciosos, toques de mão e, uma puta encoxada que ele me deu quando eu lavava meu chinelo no tanque, senti seu pau dentro do meu rego sob a roupa, e se tivéssemos um pouco mais de privacidade, com certeza ele teria me comido ali mesmo.
De noite estávamos todos na área dos fundos, comendo pizza caseira e outras guloseimas que minha avó preparou. A música em meu toca CD animava a reunião, aos poucos ia tirando eles pra dançarem comigo, ora meu avô e hora meu tio, que já estava bem animadinho depois de algumas cervejas e destilados. Por várias vezes ele deixou sua mão escorregar até minha bunda e me apertou com vontade roçando sua rola em meu ventre. Seus olhos não saiam dos meus seios que se insinuavam pelo decote de minha blusa. Eu tenho um imã que atrai os homens maduros e casados, o perigo é que adoro este jogo de sedução e assédio em um ambiente onde temos que manter a discrição. Eu administrava o quanto podia, contornando a situação para os outros não perceberem.
O CD no aparelho chegou ao fim, estava indo ao meu quarto pegar outro, tio Lúcio pediu pra ir comigo escolher um também, então fomos os dois. Já no quarto ele não perdeu tempo:
— Anjo, depois daquela visão maravilhosa do seu corpinho nu em sua cama, passei o dia todo lhe desejando! — Olha como você me deixa! Pegou em minha mão e colocou sobre seu pau, senti o volume, ainda sob sua bermuda, enchendo minha mão.
— Para tio, alguém pode ver a gente!
— Não consigo Mila, você me deixa doido!
Puxou-me bem junto a ele apertando minha bunda, envolveu-me com seu corpo e beijou meu pescoço, sua boca permaneceu junto a minha jugular chupando-me levemente. Fiquei arrepiadinha.
Ele é quase quarentão, alto de pele parda, não tem um corpo sarado, mas é bem atraente. Eu já estava quase entregue e deixando me levar por aquele homem de corpo tão quente e másculo.
— Paaara tio, a janela está aberta!
Ele enfiou as mãos por debaixo da minha saia e segurou firme em minhas nádegas. Eu pirei quando suas mãos foram por dentro da minha calcinha massageando e percorrendo por minha bunda nua.
— Eu não aguento mais Mila, estou quase gozando nas calças. Quero fazer uma loucura aqui com você!
Eu até estava preocupada com minha avó que poderia aparecer a qualquer momento, mas minha vontade de deitar e transar com ele em minha cama estava me tirando a razão.
O doido tirou seu pau pra fora e colocou entre minhas coxas.
Nossaaa... Não prestou, fiquei molhadíssima e o abracei pelo pescoço e olhei em seus olhos com a carinha cheia de desejos e malícia:
— Promete fazer bem gostoso e não judiar de mim?
Meu tio ficou doidão.
— Prometo tudo minha princesa!
Falou já descendo minha calcinha até meus pés. Eu adoro esta parte do jogo e, muito putinha, levantei meus pezinhos e ele acabou de tirá-la.
Eu não ligava mais para o perigo, meu lado ninfa agora só pensava no sexo, ele com sua bermuda e cueca nos pés, sentou na beirada da cama com seu membro duro fazendo uma curva e apontando pra cima.
Pegou-me pela cintura e puxou-me pra cima dele, sentei com minha boceta encharcadinha naquele pau e enquanto sentia tremores de tesão, aquele membro ia sumindo dentro de mim, pouco a pouco, enquanto eu suspirava de prazer.
Segurando em minha bunda ele ficou no controle me fazendo subir e descer naquele pênis.
— Ahaaaa tiiiooo! Eu gemia baixinho com as mãos em seus ombros rebolando suave. A adrenalina do perigo faz meu tesão ir a milhão. Já estremecia de prazer com meu orgasmo chegando e não contive um gemido:
— Ohooooo! E despenquei das nuvens ao ouvir a voz da minha avó me chamando, e passos que se aproximavam, vindos do piso de madeira do corredor. Sai rápido de cima dele, ajeitei minha saia e chutei minha calcinha pra debaixo da cama, ao mesmo tempo em que tio Lúcio vestia sua bermuda às pressas, depois ele agachou ficando de costas para a porta, fingia que escolhia um CD no rack que fica ao lado de minha cama. Tentava esconder o volume do seu membro (risos).
Minha avó assim que chegou à porta do meu quarto, olhou-me de um modo, tipo quem diz, “Eu sei que você está aprontando alguma”.
Pediu pra eu ir ajudá-la na cozinha.
Eu respondi com a carinha mais inocente do mundo:
— Já estou indo vó!
Ela fez um sinal com a mão querendo dizer “vem já”, e antes que ela visse algo que não deveria ver, eu fui com ela (sem minha calcinha). Meu tio só virou a cabeça e disse que ia escolher um CD e já iria também. Ele ainda precisava de um tempo pra ficar em condições de ir pra varanda (risos).
Putz... Orgasmo interrompido é pior que espirro que ameaça e não vem.
Após ajudar minha avó na cozinha, fui com ela pra área levar as guloseimas, meu avô me pegou pra dançar mais um pouco, logo depois foi novamente a vez do meu tio, agora sob os olhares de reprovação de minha "tia". Algum tempo depois ela me pegou de canto e falou:
— O que você está fazendo menina? Ele é seu tio, além de ter idade pra ser seu pai!
Não sei até onde ela viu, se foi só a dança maliciosa, meu bumbum nu ou algo mais. Senti-me em saia mais justa do que a das moças de salão de automóvel. Barraco é o que eu menos queria.
Fingi não ter entendido e banquei a bobinha, desculpei-me por eu ser muito extrovertida e meio sem noção, falei que iria me comportar.
Apesar dos contratempos, eu ainda estava subindo pelas paredes, mas a noite chegava ao fim e não rolaria mais nada.

Beijos amigos, até a próxima!

12:48 - 26/9/2014 - comments {0}

EU QUERIA EXPERIMENTAR UMA ROLA DIFERENTE DO MEU MARIDO

Como moro em cidade pequena onde todos se conhecem, pensei muito antes de escrever este conto. Podem me chamar de Star, tenho pouco mais de 44 anos, sou morena, magra, porém com bundinha redonda e arrebitada, seios pequenos e firmes, 1,55 de altura, peso 46 kg.

Sou casada há 17 anos. E durante esse tempo, achava que fazia sexo de qualidade com meu marido. Porém, assistindo vídeos e lendo contos eróticos, percebi o quanto estava enganada. Em minhas transas nunca gritei de tesão, nem ouvi xingamentos, muito menos orgasmos arrebatadores.

Tenho um fraco por homens maduros. Quando ainda virgem, conheci um cinquentão que me levava à loucura só com seu toque de mão. Minha primeira vez foi aos 24 anos, com um rapaz lindo que apareceu por aqui e a transa foi horrível. E depois, casei por amor.

Meu marido é um bom homem, mas com uma mente retrógrada. Transar para ele é tirar a roupa, penetrar, gozar e fim. Acha que fazer coisas mais ousadas é para putas, jamais dentro do santo matrimônio.

Essa postura, somado à rotina e o desgaste natural do tempo de convivência, tem esfriado cada dia mais, nosso relacionamento na cama. E me levou a fantasiar com outros homens, alguém que me realizasse como mulher.

Comecei a entrar em sites de relacionamento. Até selecionei quatro candidatos com potencial para atender as minhas expectativas. Depois de muita hesitação de minha parte e insistência deles, acabei aceitando sair com aquele que achava ser o melhor.

Marcamos na cidade vizinha, onde mora minha irmã. Visitá-la foi a desculpa que dei para o meu marido. E com esse álibi, traí pela primeira vez. A experiência foi um desastre total. O sujeito só queria comer mais uma. E mal, diga-se de passagem. Na cama conseguiu ser pior que meu esposo. Nem consegui ter orgasmo, sem contar que o motel que eu queria conhecer, não passava de uma pensão na beira da estrada!

Já tinha desistido, quando passei a ler os contos de um cara aqui neste site. Meu tipo preferido sempre foi por negros e ele era oriental. Japonesinho, mais precisamente. A forma que ele narrava, a maneira que fazia o sexo, aquilo mexia com a minha libido. Insisti deixando mail e recados em seus contos.

Se ele não fazia o meu tipo, eu tampouco enquadrava no dele. Ele tem um peculiar fetiche por mulheres altas, o que não é o meu caso. E começamos a nos corresponder. Tudo de forma branda, com vários intervalos. Eu me descrevia como ¨feinha¨. E ao ver a foto do meu rosto, ele disse que eu estava errada. Que era muita modéstia. Que me achava atraente. Me encheu tanto a bola que até acreditei.

Pelos comentários em seus contos, ele apesar de casado, deveria se corresponder com muitas mulheres. Acho que me considerava mais uma das fãs. Resolvi mostrar que falava serio. Que buscava a transa inesquecível. E usei um espelho para fotografar meu traseiro e a xaninha. Mandei para ele com a mensagem ¨Isso tudo pode ser seu!¨.

Nem preciso dizer que a coisa pegou fogo! O interesse dele foi às alturas. E enviei outras fotos nuas, de corpo inteiro. Até que dei o numero do meu celular. E nas semanas que meu marido viajava, ele enviava um torpedo me avisando que estava ¨on line¨ e passamos a nos ver e falar pelo skype.

Chegamos a fazer sexo virtual. Ele no sul e eu aqui no nordeste. Tão próximos dentro da tecnologia e tão distantes no mundo real. Ele dizia o que queria fazer comigo. E eu ficava maluca, cada vez mais doida para realizar tudo aquilo.

Até que um dia o celular toca. E um torpedo ¨Estou indo p/aí. Bjs¨. Mais do que depressa, enviei a resposta ¨Vá p/Serrinha (a cidade vizinha) tá? Bjs¨. Eu nem podia acreditar. O maluco estava vindo para a minha cidade! E já fui preparando um álibi. Inventei para o meu marido que minha irmã queria que eu a acompanhasse ao medico.

E assim fui ao seu encontro. Coloquei um conjunto de lingerie cor vinho, a calcinha tipo fio e sutiã de renda. Por cima um vestido longo e bem soltinho e sandálias rasteira. Eu nunca vi uma viagem demorar tanto. Rsrs. Meu coração batia descompassado e na minha cabeça passei a imaginar como seria estar com a aquele homem que tanto desejava.

Ao nos encontrarmos, teve um instante de constrangimento. Afinal, éramos ambos casados e nos víamos pela primeira vez. Ele ali segurando cuidadosamente uma caixa de papelão. Tudo isso se dissipou, ao trocarmos um beijo, que começou com um selinho e depois de deixar a tal caixa no chão, acabou num beijo sôfrego e profundo. Senti que minha bocetinha já estava se umedecendo e em meu ventre, o pênis ereto dele causava ¨frisson¨.

Como estávamos na rua, tivemos que parar por ali. Tivemos de caminhar até um ponto de táxi. E seguimos de mãos dadas, em silêncio, como dois namorados. As palavras eram dispensáveis naquele momento. No que estaria ele pensando? Olhei para o céu e vi dois pássaros voando juntinhos. Como nós dois.

Apesar da magia do momento, dúvidas e temor me assolava. O que ele iria fazer comigo? Queria apenas me comer, incluindo mais uma em sua lista? Seria outra decepção? Sexo ruim já bastava o que eu tinha em casa. Mesmo assim, fui me deixando levar docilmente, como um bovino rumo ao matadouro. No céu, os pássaros já tinham sumido. Estariam eles em seu ninho de amor?

Confesso que a agitação do meu âmago era tanta que quando dei por mim, já estava parada na portaria de um motel, com ele pegando a chave por uma janelinha da casamata. Me abraçou forte, colocando a mão sobre meu ombro, puxando ao encontro do seu corpo, tomando o meu, como se dele, dono fosse.

Entramos numa espécie de garagem, desnecessária, já que não estávamos de carro. Mesmo assim, ele abaixou o toldo. Soltou cuidadosamente a caixa, deixando-a no chão. O que havia nela? Mal pude pensar, com ele me agarrando, beijando com volúpia. Suas mãos passeavam pelas minhas costas e pressionava as nádegas, fazendo meu quadril colar no dele. Uma pegada cheia de tesão e desejo. E eu inerte, contaminada por todo aquele fogo, cada vez mais molhadinha, com as mãos em sua nuca, correspondia com os lábios, tentando acompanhar tamanho arroubo de paixão.

Ele abriu a porta e me fez entrar na suite. Pela primeira vez, eu estava em um quarto de motel, local construído exclusivamente para pessoas transarem. A decoração era simples, todavia, a cama redonda e os espelhos na parede e teto insinuavam coisas pecaminosas.

O japa veio por trás, me encoxando como um tarado em coletivos lotados, enlaçando a cintura e com a mão safada já apalpando meu vértice do prazer. Como um trenzinho num trilho imaginário, me empurrou até a cama, jogando seu peso, fazendo com que eu deitasse de bruços, deixando a bunda empinada sobre a borda. Deitou sobre mim por trás, dando beijos ora leves, quase um roçar de lábios, ora fortes em meu pescoço, bem ali no cangote. Sua boca continuou o passeio até a minha orelha. Esfregava o pau de forma lasciva na minha bunda, enquanto falava pornografia em meus ouvidos:

- Uhh, que bundinha gostosa! É hoje que vou te fazer minha puta! Ofereceu, né? Eu quero e vai ser agora. Ahh, vou meter nessa boceta. Vou te arregaçar inteira, como uma cadela! Vou deixar ele ardendo de tanto foder!

Se afastou e ergueu o vestido até minha cintura, expondo a calcinha vinho tipo fio. Deu uns tapas na minha bunda, arrancando meus ¨Ais!!¨, mais de expectativa do que de dor. Puxou o fio para o lado, deixando os grandes lábios da vagina à mostra. Olhei para trás e vi que ele se despia. Um tanto decepcionada, pensei que ele fosse me penetrar naquele instante.

Mas não. Me fez ficar de pé, tirar o vestido por sobre a cabeça. Liberou um seio, afastando a taça e caiu de boca, mordiscando a renda do sutiã. Com a língua escalou o monte sensível, em busca do biquinho, nessa altura, totalmente enrijecido. Lambeu a auréola do mamilo e pelo calor do hálito, senti que sua boca envolvia o bico. Quando beijou ali e apertou suavemente com a língua e a ponta dos dentes, acabei soltando, de forma involuntária, um forte suspiro. E nos beijamos de novo. As bocas coladas, refletindo na xaninha que começava a piscar.

De repente, sem nem ao menos me dar tempo de dizer ¨-Espera um pouco¨, acabou de me desnudar e me puxou para o box do banheiro. A água demorou para esquentar. E debaixo do chuveiro, ficamos nos tocando e ensaboando. Pude então observar bem seu mastro, que já havia visto pela webcam, mas agora, assim ao vivo, em carne e sangue, parecia maior e mais grosso.

Me fez ajoelhar e entendi a ordem explicita. Diferente do meu marido que não me deixa nem ver direito a sua ferramenta, estava ali, na minha cara, aquele pedaço de carne ereto e inchado, exigindo que o chupasse. Mesmo sem muita prática, o coloquei na boca. Confesso que fiquei meio apreensiva , pois estava com um homem experiente na arte do sexo …mas , olhando nos olhos dele percebi que estava fazendo o boquete direitinho. Rsrs.

Enquanto me deliciava na glande, manuseei o pênis no movimento de sobe e desce e também alternei com carícias nos testículos, essas carícias o surpreenderam e notei o prazer e excitabilidade que causava naquele homem. Intensifiquei o movimento dos meus lábios e língua, sugando e lambendo aquele mastro gostoso.

Meu amante cerrou os olhos e começou a soltar gemidos abafados de prazer. Me fez levantar e trocamos outro beijo cheio de paixão. Passeava a boca pelo meu pescoço e orelha, mordiscando o lóbulo, arfando e soltando o ar quente, tocando de leve com a ponta da língua úmida, o buraquinho do meu ouvido. Contorcia o quadril, empurrando a cabeçorra do seu mastro, fazendo deslizar pelos lábios vaginais e meu grelho intumescido.

O melzinho escorria pela minha xoxota, nessa altura já ansiando pela penetração. Ao invés disso, me puxou para fora do box e com a toalha, passou a me enxugar. Peguei uma outra e ficamos ambos secando, um ao outro, demorando nas partes mais inspiradoras…

Sem reação, me deixei conduzir para a cama. Me fez deitar de costas e veio por cima. E começou com beijos, ora suaves, ora fortes como chupões. Da boca para o pescoço e chegou no redondo dos seios. A sua boca quente passeava pelos montes, evitando os biquinhos, nessa altura duros de tesão. Eu até virava o ombro para que ele os abocanhasse e nada!

Desceu para a barriga, explorando o baixo ventre. E sem mais nem menos, subiu de novo, lambendo e abocanhando os bicos ansiosos, alternando entre eles, envolvendo-os com os lábios enquanto passava a língua e depois os sugava como um bebê faminto.

Suas mãos apalpavam minhas coxas, roçando de leve na parte de dentro, bem na virilha, observando cada reação minha a essas carícias, tateando atrás dos meus pontos fracos. Enfiou a mão no meio das pernas, até lá no fundo e veio com três dedos esticados acompanhando a extensão da vagina, nessa altura toda molhada.

A boca seguiu a mão, beijando e lambendo a virilha. E de surpresa, abocanhou minha bocetinha, dando um beijo de estalar. E depois, soltou a língua quente e úmida, fazendo-a passear em toda extensão das minhas partes mais íntimas. Eu me debatia tentando fazer com que ele parasse , por que nunca tinha experimentado tamanha sensação, mas, ele percebeu e me sugava feito louco. Nossa como estava bom aquilo, uiii ,não queria mais fugir e comecei a rebolar na sua língua. Então passei a implorar que ele não parasse e em segundos sentia meu corpo tremer num orgasmo intenso…

Eu estava entregue, tomada pelo tesão. Nessa hora, esqueci que era casada. Era apenas uma mulher, um vulcão libidinoso, prestes a eclodir, em lavas incandescentes de desejos libidinosos. Gozando de novo em sua boca incansável. E sem dar trégua, veio por cima, escalando meu corpo enquanto dizia:

- Vou te comer, gostosa! Comer como nunca você foi comida! Vou fazer de você uma puta!

Nem vi quando ele colocou a camisinha. E continuou falando pornografias, enquanto esfregava seu mastro na entrada da minha rachinha, nessa altura minando de excitação, ansiando por ser penetrada. Me fez até arcar o quadril, buscando a invasão iminente que não acontecia. A cabeçorra até entrou por instantes e fugiu.

A tortura continuava, com palavreado chulo que povoava minhas fantasias:

- Quer pica, é? Quer pica na boceta? Fala, vadia, fala! Pede prá eu meter o caralho nessa boceta, vai, pede! Pede como uma puta, pede!

E eu já transtornada, implorava, pedindo para ser possuída. Para ser tomada com vigor!

- Sou sua puta! Põe, amor, põe! Põe logo, nessa puta, vai!

E senti o pênis entrando lentamente. Avançando aos poucos, preenchendo minha xaninha, até chegar lá no fundo, com nossos ventres encostando. Ficamos assim, imóveis por alguns instantes, com ele todinho dentro de mim. E de repente, tirou e enfiou novamente, numa estocada forte e profunda.

Sentia certa ardência em minha vagina. Ele tirava e punha com vigor, me xingando com palavras de baixo calão. Acabei tendo outro orgasmo incrível. Ele me fez virar, fazendo ficar de quatro. Me assustei um pouco, pensando iria ser sodomizada.

Mas, não. Me penetrou por trás, agarrou meus cabelos e ficou metendo com força, enquanto dizia:

- Toma cacete, sua puta! Você agora é minha cadelinha! Vou arregaçar tua boceta! Vou te foder, foder e foder! Que boceta apertada, vadia! Ahh, gostosa!

E com a mão, o cara bolinava meu grelhinho. Nossa! E continuava falando um monte de besteiras, em meu ouvido. A certa altura, não dava para entender direito o que ele dizia, de tão tarado, estocando forte e rápido:

- Ah, puta gostosa! Goza no meu pau, goza, safada! Você vai ser minha, só minha! Goza mais! Vou arrancar tudo, até sua alma! Ah, putinha apertada! Ahh, Ahhh, puta, vou…ahh, gozar, ahh, aff, aff, gooozar!!!

Eu já estava mole, só recebendo ele dentro de mim. O japa entrou fundo, deu uma parada e tremeu inteiro. Sua vara parecia mais grossa, pulsando dentro da minha gruta. Coloquei as pernas em suas costas, trazendo ainda mais seu corpo ao encontro do meu, prendendo-o para que não saísse de mim.

Depois, nos deixamos cair exauridos, lado a lado. A rola que me dera tanto prazer ainda estava meio rija. A gala enchia a ponta do preservativo, meio tombada de tanto peso. Era momento de pausa, de normalizar a respiração acelerada.

Fui ao banheiro com ele atrás. Tomamos outra ducha, e o safado me agarrou por trás, beijando minha nuca e encaixando a piroca no rego da bunda. Já tinha perguntado se eu já tinha feito anal. Sabia que não, que meu cuzinho era virgem. Esse detalhe o atiçava, com o mastro endurecendo de novo. Sentia sua rigidez pressionando.

Fiquei até tentada a experimentar. Afinal, uma grande distância geográfica nos separava e talvez, não iríamos ter outra oportunidade. Mas o medo e o pudor me impedia. Me lembrei de uma tentativa traumática da adolescência. Foi horrível. Não seria desta vez. Talvez ficasse como algo esperado para uma próxima vez.

Enquanto me enxugava com a toalha, ele pegou outra camisinha e todo molhado, vestiu e me encostou na parede. De pé, ajeitou a pica dura e meteu de novo. Apesar de usada há pouco, a penetração foi forçada, causando mais ardência do que antes.

Eu ali, de pernas abertas e ele agarrando minhas nádegas, trazendo ao encontro do seu ventre, me prensando. E começou a dar estocadas fortes, continuando a falar pornografia:

- Toma, puta, toma! Vadia tem que dar de qualquer jeito! Tem que ser fodida de pé, sentada, deitada! Tem que levar pau na xoxota! E gozar como louca, na pica do seu macho! Toma, gostosa, puta que pariu, que boceta apertada!

Aquilo me deixou acesa de novo. Comecei a rebolar, facilitando as bombadas. Embora sonhasse um dia ser comida naquela posição, meu corpo já mandava sinais de cansaço. Mas ele, atento a tudo , cochichou no meu ouvidinho:

- Vou terminar com você na cama, puta safada.

Engatados e molhados, fui arrastada para a cama . Acabei transando por cima , de conchinha e outras posições que nem lembro, tantas que foram. E pela primeira vez, consegui orgasmos sem ser eu a estar por cima, controlando o ato. Algo que eu acreditava não ser possível. Meu ultimo orgasmo, foi tão intenso que acabei adormecendo

Ao despertar, o japa não estava na cama. Ao meu lado, apenas a misteriosa caixa de papelão aberta. E dentro dela, um belo ramalhete com seis rosas vermelhas, acompanhado do bilhete que dizia: ¨Uma flor para cada orgasmo seu, beijão do Yuzo¨.

É isso mesmo, ele, o Yuzo. Aquele buquê de flores, representava muito mais que os orgasmos que me fez sentir… Era o que sempre sonhei em meus 17 anos de casada. Ser xingada, desejada, fodida de verdade, isso ele conseguiu fazer em algumas horas. Que homem!

Era para ficar em segredo. Mas as lembranças daqueles momentos, sempre me deixa molhadinha. Como estou agora. Rascunhei. Li e reli muitas vezes, revivendo cada detalhe. Era um conto para ser, egoisticamente, lido só por mim. Como um pintor que pinta um quadro e o cobre com pano, para que ninguém o veja.

Hesitante, passei o ponteiro do mouse sobre o ¨Enviar para publicação¨. Não sei se haverá uma outra vez. Só resolvi contar, para dizer algo que não tinha dito a ele:

Faltaram rosas em seu buquê…

10:57 - 26/9/2014 - comments {0}

MEU MARIDO BEBEU DEMAIS E EU DEI PARA O MEU PRIMO GOSTOSO

Me chamo Sandra, tenho 44 anos, sou casada a 20 anos, mãe de 2 filhos um de 19 e outro de 17 anos, sou mulata, cabelos encaracolados, olhos negros, me cuido e malho muito por isso tenho um belo corpo que ainda atrai muitos homens, gosto muito de roupas sensuais e o que vou contar aconteceu no final do ano passado quando fomos passar as festas de fim de ano na cidade onde eu morava quando solteira, para minha surpressa reencontrei o meu primo Marcelo, ele havia ficado viuvo depois de 18 anos de casamento e havia retornado a morar com a minha tia, meu marido não sabe mas eu e o Marcelo fomos namorados no tempo de juventude e ele foi meu primeiro homem, quando vi aquele belo negro na minha frente, agora com 46 anos, forte, alto e com a cabeça toda raspada senti na hora a minha bucetinha molhar como ha muito tempo não molhava, não tenho uma vida sexual muito ativa, ele como sempre me abraçou e eu pude sentir aquele corpo musculoso junto ao meu, VOCÊ ESTÁ LINDA, PRIMINHA, VOCÊ É UM HOMEM DE SORTE., meu marido apenas sorriu, como era vespera de natal fomos todos para a casa da minha avó e lá passamos a ceia, meu maridinho bebeu muito que precisou ser carregado, enquanto ele bebia eu percebia que o Marcelo não tirava os olhos de mim e naquela noite enquanto o meu marido roncava do meu lado eu me masturbei lembrando do meu querido priminho, naquela semana nos encontramos varias vezes e ele sempre não tirava os olhos de mim, até que na vespera do ano novo eu fui até o fundo da casa da minha mãe, meu marido tinha ido ao mercado com o meu irmão e minha mãe tomava banho, eu usava um shorts de malha bem largo e uma blusinha, quando dei por mim fui agarrada por tras pelo Marcelo, senti seu pau duro roçar minha bunda enquanto sua mão entrou por baixo do meu shorts e começou a alisar minha buceta, QUE É ISSO, SOU UMA MULHER CASADA., protestei mais sem fazer nada, É EU SEI, MAS EU ESTOU LOUCO DE TESÃO POR VOCÊ., e pegou minha mão e colocou sobre seu pau enorme e duro, OLHA SÓ COMO VOCÊ ME DEIXA., não resisti ao tesão e o beijei, senti o seu dedo entrar dentro da minha buceta enquanto ele dizia, ESSA NOITE, SEU MARIDO VAI BEBER DEMAIS E VAI DORMIR, QUANDO TODO MUNDO FOR DEITAR TE ESPERO NA RUA DE TRÁS., disse que ele estava maluco, que eu não iria, ele apenas sorriu e dando outro beijo me largou e foi embora, na noite usei um vestidinho branco bem curto e folgado, com uma calcinha branca tambem, alem do salto altissimo que deixava minha bunda mais empinada ainda, como de costume o meu marido bebeu tanto que teve que ser carregado para a cama, lá pelas 2:00 hr todos se despediram e foram embora, entrei no meu quarto e me certifiquei que meu marido dormia profundamente, esperei até a casa ficar em silêncio e sai como uma adolecente que vai encontrar o namorado as escondidas, como ele havia dito estava me esperando na rua atras da casa da minha mãe, entrei no carro e ele saiu, alguns minutos depois ele entrava em uma casa, QUEM MORA AQUI?, ele sorriu e disse É DE UM AMIGO MEU QUE ESTÁ VIAJANDO E DEIXOU A CHAVE PRA QUE EU TRATASSE DOS SEUS CÃES, entramos na casa, uma casa simples mas bem aconchegante e ali mesmo na sala Marcelo começou a me beijar e me agarrar, como o tesão era enorme logo já estavamos completamente nus enqanto nos beijavamos, nossas mãos percorriam nossos corpos loucos de desejo um pelo outro, eu me esfregava contra aquele corpo musculoso do meu primo ao mesmo tempo ele amassava a minha bunda e dava alguns tapinhas que só me enchiam de tesão, fui descendo a boca lambendo os mamilos dele e fui descendo passando pelo seu abdomem, até chegar naquela pica grossa e dura, com uma cabeça arrocheada, passei a lingua pela cabeça do pau dele o que fez ele gemer de tesão, depois fui lambendo aquele pau todo até o saco totalmente depilado, engoli uma das bolas, depois a outra enquanto batia uma leve punheta para aquele macho negro gostoso, CARALHO, UMMMMM……QUE BOCA GOSTOSA., voltei lambendo até a cabeça e ai engoli aquela pica, até o meio e começei a por e tira-la da minha boca, enquanto isso eu mesmo me masturbava e confesso que já havia gozado umas duas vezes só chupando aquele pau gostoso e duro, chupei gostoso arrancando gemidos de prazer do meu primo, dei um verdadeiro banho de lingua naquele macho, VEM QUERO CHUPAR SUA BUCETA AGORA, ele então me levantou e fomos de mãos dadas até o quarto, onde ele me deitou e abriu minhas pernas e caiu de lingua na minha bucetinha já toda molhadinha, foi a vez de eu gemer de prazer sentindo aquela lingua percorrer cada cantinho da minha bucetinha e também do meu cuzinho, AIII…..QUE SAUDADES……UMMMMM….DA SUA LINGUA., gozei mais umas duas vezes enquanto Marcelo me chupava, derepente ele foi subindo beijando minha barriga, meus seios e quando chegou a minha boca não a beijou, SENTE MEU PAU ENTRANDO DENTRO DE VOCÊ, MEU TESÃO., disse enquanto seu cacete sumia dentro da minha bucetinha já toda melada, METE, MEU MACHO, METE GOSTOSO NESSA BUCETA E ME FAZ GOZAR, gemi para ele enquanto ele começava a me foder no começo devagar mais logo começou a acelerar me fazendo gemer AIIIIIII…….ARROM…..HAAAAA……BA MINHA……AIIIIII…..BUCETA., eu gritava enquanto ele metia forte em mim, sentia seu saco bater na entrada da minha xoxota tamanha a pressão que Marcelo colocava nas estocadas, gozei nem sei quantas vezes, como ele cansou me pediu para que eu sentasse no pau dele, atendi prontamente e agora foi a minha vez de foder aquela pica gostosa, subia e descia nela como uma louca enquanto ele me dava umas palmadas, de vez enquanto eu rebolava com aquele caralho todo enterrado dentro de mim, mudamos de posição novamente, dessa ver ele me comeu de ladinho, enquanto ele metia sua pica na minha buceta eu massageava meu grelinho e com isso gozava cada vez mais, NOSSA……AIIIIII……JÁ GOZEI MUITO., foi ai que ele tirou seu pau da minha buceta e começou a esfregar ele na minha bunda, DÁ SEU CUZINHO PRÁ MIM, NUNCA COMI ELE., isso era verdade, na época eu nunca havia feito sexo anal, na verdade não gosto muito, mas como o tesão era grande, fiquei de quatro e disse, MAS SEJA DELICADO, ELE É APERTADINHO., Marcelo então colocou sua pica grossa e dura no meu rabinho quase virgem, aos poucos foi entrando tudo, AIII….CARALHO…..VOCÊ TÁ ME RASGANDO AO MEIO., quando ele já estava todo dentro do meu rabinho começou a alisar minha buceta e ao mesmo tempo a meter no meu cuzinho, aos poucos a dor foi sendo subistituida pelo prazer e logo eu gozava mais algumas vezes, foi ai que ele perguntou, QUER QUE EU GOZE ONDE, MEU AMOR?, pedi para que ele gozasse dentro da minha buceta, e ele então tirou sua pica do meu cuzinho e meteu na minha buceta, algumas bobadas e logo ele encheu minha buceta de porra quentinha e viscosa, ficamos abraçados e quando olhei no celular já eram quase 5:00 da manhã, vesti minha roupa enquanto ele continuou deitado, VAMOS TENHO QUE IR EMBORA, LOGO TODOS VÃO ACORDAR., ele então com a cara mais safada do mundo pediu, QUERO QUE VOCÊ ME CHUPE ATÉ EU GOZAR NA SUA BOCA SENÃO NÃO VOU A LUGAR NEM UM., dei um sorrisso e cai de boca naquela pica gostosa novamente, logo estava durinha e não resisti sentei nela novamente, e gozei mais algumas vezes, Marcelo então disse que ia gozar, fiquei de joelhos no chão e ele em pé, meteu seu pau na minha boca e encheu ela de porra, engoli todinha, enquanto ele gritava, CARA…..AIIIIII….LHO….UMMMM….COMO VOCÊ É GOSTOSA PRIMINHA., ele então se vestiu e me levou embora, mas antes de eu descer do carro ele me pediu a minha calcinha toda melada com sua porra para guardar de recordação, eu dei pra ele, entrei na casa da minha mãe e fui diretamente pro banheiro tomar um banho, quando entrei no quarto, meu marido já estava acordado e ao me ver nua e toda cheirosa quiz meter comigo, disse que estava com muita dor de cabeça pela quantidade de bebida que eu bebera no dia anterior, mas que nada, era porque eu estava era toda assada pela pica do meu priminho.

11:47 - 25/9/2014 - comments {0}

MEU MARIDO ADORA QUANDO ME FINJO DE GAROTA DE PROGRAMA

Eu fui a uma festinha de confraternização dos amiguinhos de trabalho do meu maridinho, usando uma blusinha tipo frente única, que deixava a minha barriguinha de fora, os ombros, as costas… Só cobria mesmo os meu peitinhos, mas nem isso fazia direito, pois era tão levinha que qualquer movimento mostrava as minhas tetinhas. Pra completar, estava com uma mini saia, que se não era a menor que eu tinha, foi o bastante para deixar o meu corninho constrangido, pois incrementei o meu visual de putinha com meias 7/8 do tipo arrastão, desfilando de salto alto, toda faceira. Dancei, fiz charminho, lancei olhares provocantes, me insinuei para vários e saí satisfeita, pois a partir dessa festa ninguém teria dúvidas sobre o quanto eu era safada, justamente o que eu queria.

Não fui lá pra trepar com ninguém, só pra provocar, deixar os amiguinhos do meu marido de pau duro, fazer as outras esposas me odiarem ainda mais… O meu maridinho quis ficar bravo, mas ele não conseguiu esconder o seu tesão e já voltando pra casa, me botou pra chupar o seu pauzinho dentro do carro, enquanto dirigia.

Já era madrugada, quase quatro da manhã e as ruas vazias me faziam pensar em outras loucuras. Pedi para ele parar numa esquina e sai do carro sem a mini saia, caminhando na calçada com a bundinha exposta pela calcinha fio dental pequenininha, me exibindo para um carro que passou bem devagar.

– Vamos brincar, amor?

Quando passamos ali no centro eu já estava molhadinha, pronta pra fazer bobagem e pedi para ele parar o carro novamente. Ali era ponto de puta, mas estava vaziu e como eu sempre senti vontade de desfilar por aquelas ruas escuras…

O friozinho da noite, o escurinho das ruas e imaginar que estavam me vendo, me deixou completamente embriagada de tesão. Caminhei pela calçada, rebolando feito uma puta, escutando o barulhinho dos meus sapatinhos de salto alto no chão, sentindo o vento frio no meu bumbum, balançando as tetinhas dentro da blusinha e sorrindo para um carro que passou bem devagar. Eu tinha levado a bolsa, pra compor melhor o visual de puta e peguei o celular para ligar pro meu marido, enquanto rodava a bolsinha.

O meu marido ficou parado na esquina, dentro do carro, olhando tudo, pedindo pra eu tomar cuidado… Mas eu senti a excitação em sua voz, quando outro carro se aproximou de mim e por causa disso, quando o cara parou do meu lado, fui até a sua janela para me mostrar pra ele.

Eu tremia de tesão, olhando nos olhos daquele coroa elegante, cabeça grisalha, que sorria surpreso pela ousadia da minha roupa. Ele pediu pra ver o meu bumbum e quando fiquei de costas, apertou gostoso a minha bundinha, passando os dedos no reguinho. E depois, quando fiquei de frente, pediu para eu mostrar a bucetinha. Mostrei, abaixando a calcinha até o meio das coxas e subi rapidinho, só pra deixar aquele safado com água na boca. Então ele tirou uma nota de 100 e disse que queria comprar a minha calcinha.

Dessa vez eu tirei devagar, rebolando, já sem me importar se mais alguém visse o que eu fazia. Depois, cheguei bem perto do carro e peguei a nota de 100, entregando a minha calcinha, já me virando para ir até onde o meu marido estava estacionado.

Mas ele veio atrás, me abordando novamente, querendo saber se eu topava brincar mais um pouco. Olhei pros lados e vi outros carros chegando, me dando um tesão imenso, mas também me fazendo sentir um medinho gostoso. Dei a volta e entrei no carro do coroa.

Eu até ia contar que estava ali só pra brincar com o meu marido, ia dizer não não era puta, devolver o dinheiro… Mas ele pegou na minha mãozinha e colocou em cima do seu pau. Quando senti aquela coisa grandona, decidi atender o meu celular e falei assim pro meu maridinho.

– Oi! Tá tudo bem, consegui outro cliente.

Fingi que desliguei e disse pro coroa que era o meu cafetão. Perguntei o que ele queria fazer comigo e imaginei o que o meu corninho estava sentindo, ouvindo aquele coroa safado dizer que queria enfiar o seu pau inteiro no meu rabinho.

Era grande, muito grosso, cabeçudo e estava duríssimo na minha mão. Mamei na picona dele e nem vi onde me levou.

Parou numa rua escura, uma decidona deserta e sempre com calma, foi deitando o meu banco. Ficou me olhando, acariciando a minha bucetinha e mandou eu abrir bem as pernas. E assim, toda abertinha, vi ele colocar a camisinha, pra subir em cima de mim.

Na rua, de pernas abertas, tomei aquele pauzão na buceta e gozei gostoso com um macho desconhecido em cima de mim. Ele enfiou de uma vez, dizendo que eu era apertada, mas não ficou estocando. Deixou tudinho dentro de mim pra ficar acariciando o meu rostinho, mordendo de leve os meus lábios, dizendo que eu era linda… Depois de um tempo assim, começou a bombar bem devagar, mexendo aquela tora com calma, delirando com os meus gemidos… Riu quando gozei pela segunda vez e de forma gentil, mandou eu ficar com o bumbum pra cima.

Assim, empinadinha, me arrepiei quando ele espalhou uma pomadinha no meu cuzinho e fiquei quietinha para ele se posicionar atrás de mim. Bem devagar, ele botou a cabeçona da sua pica no meu cu e eu, que estava me segurando para não gritar, soltei um berro quando o safado, sem avisar, sem dar pista do que ia fazer, enterrou tudo no meu cu de uma vez.

Ele meteu tudo e ficou me segurando com força, não deixando eu fugir. Pegou nos meus cabelos na altura da nuca e puxou, botando a sua mão na minha boca, me calando assim.

– Toma, putinha! Toma tudo nesse cu! Você gosta, né? Fala que gosta, sua puta.

Não dava pra responder ou dizer nada e me apavorei quando ele movia a minha cabeça afirmativamente com a mão, peguntando se eu estava gostando, me fazendo responder sim sem ao menos querer dizer isso. Tinha um tarado em cima de mim, currando o meu rabinho e eu, indefesa, comecei a gozar deliciosamente.

Ele até parou de meter pra se deliciar com o meu corpinho se contorcendo debaixo dele. Rindo com satisfação, soltou os meus cabelos e recomeçou a estocar, mais forte ainda, agora pedindo para eu gemer gostoso. O carro balançava, aquele macho arfava em cima de mim e a sua tora arregaçando o meu cu… Gozei de novo quando ele me apertou com força, urrando em cima de mim, enchendo a camisinha de porra dentro, do meu rabinho.

Fiquei até tonta e demorei um tempinho para me recompor. Ele, já vestido, tirou mais 100 reais da carteira e me deu, dizendo que tinha adorado o meu rabinho. Calado dirigiu de volta pra rua onde tinha me pegado pra me deixar.

– Esse cara que ta me seguindo é amigo seu? Você vai ficar bem aqui?

Olhei pra trás e vi o carro do meu marido. Dei risada e quase contei, mas achei melhor ficar no personagem, então disse que era o meu cafetão, que ele sempre cuidava de mim e deci do carro toda feliz.

Rebolei no meio da rua, exibindo minha buceta, a bunda, minhas pernas, entrando no carro do meu corninho. E quando perguntei se ele tinha escutado alguma coisa…

– Sua puta… Eu te amo!

Ele tinha escutado, viu o carro do cara balançando e depois em nossa caminha, me comeu deliciosamente, dizendo que se uma dia quisesse repetir essa brincadeira, ele fazia questão de me levar pra ser putinha novamente.

11:45 - 25/9/2014 - comments {0}

Pensando em vc..




01:49 - 7/9/2014 - comments {0}

COM A MAE DA MINHA AMIGA

Olá, dedico este conto a todas as leitoras que são como eu, isto é, me considero uma hetero, mas CONFEsso que a transa entre mulheres sempre me atraia e já havia me masturbado fantasiando transas com algumas amigas mas nunca teria coragem de revelar esse segredo. Moro em porto alegre e tudo aconteceu quando estava com 18 anos. Morava em um prédio em um dos melhores bairros da capital gaúcha… foi la que conhecia Bia uma garota da minha idade e assim teve uma grande amizade… ESTUDOS festas e muito papo e mesmo morando no mesmo prédio pelo menos uma vez por semana uma dormia na casa da outra… algumas vezes eu freqüentava seu ap que era de cobertura para curtir a piscina e ir pegando uma cor… Helena sua mãe uma mulher tri simpática e bonita de 40 anos que representava uns 35 as vezes nos acompanhava na piscina e como tínhamos liberdade por estarmos sozinhas e tbm uma certa intimidade algumas vezes nos três fazíamos top less para se bronzear melhor e na ficar com as marquinhas nos ombros e costas… e eu nossa ficava arrepiada olhando o corpo da mãe da minha amiga e da minha amiga que já havia visto pelada e ate tomado banho com ela mas ela já havia deixado bem clar oque era totalmente hetero enta oé claro que nunca falei nada… a irmã da dona Helena havia se mudado para Londres e nas férias convidou minha amiga para passar duas semanas e é claro que ela não pensou duas vezes e no aeroporto algumas lagrimas correram de nossos rosto na despedida… mas fazer o que… no outro dia me sentia desamparada totalmente pela falta da minha amiga mas tentava me ocupar… em um sábado próximo meio dia pego o elevado e encontro dona Helena… beijinhos ela me falou que Bia havia ligado contando algumas novidades e perguntado por mim.. fiquei toda contente… – vai la em casa hoje a tarde Verinha meu marido vai pro clube eu vou ficar sozinha ai tenho me sentido tão sozinha vai pra la ficar comigo nos ate podemos pegar um sol e piscina… diante daquele convite quase uma suplica não tive como negar minha presença… por volta das 15 horas ela me atendeu na porta já de biquíni.. TIREI a bermuda e a camiseta e já com meu biquíni por baixo subimos para a cobertura… aceitei uma taça de champanha que eu adoro e ela costuma sempre servir na piscina… passado uma meia hora de muito papo ela contando sobre a viagem da Bia e duas taças de champanha de repente ela se senta leva as mãos atrás e desfaz o topo deixa os seios livres médios para grandinhos muito bonitos então sugeriu que ueu fizesse o mesmo e sem maldade falei… – eu já tava pensando em fazer o mesmo na semana que vem tenho uma festa e o meu vestido é de ombro de fora e logo esta só com a parte de baixo do biquíni, voltei a me deitar de costas ela pegou o bronzeador e começou a passar em meus ombros de forma lenta e suave depois cintura bumbum coxas então me virei e ela agindo de forma natural passou mais bronzeado nas mãos e começou a passar no meu corpo, foi subindo ate que suas envolveram meus seios os tocando de leve nossa que delicia mas me controlei.. então tomamos mais um gole de champanha e resolvemos entrar na água que esta geladinha mas logo nos acostumamos… dona Helena um moment ome abraço e disse que sentia muito a falta da sua filha eu fiquei toda compaixão e coloquei meus braços em volta do seu pescoço colando o corpo nossos peitos colados.. – ai Verinha que bom que vc veio nossa como iria me sentir só… – há não se preocupe dona Lena eu vou ser sua filha reserva ate a tirular voltar e assim não sentir solidão… – há vc é um amor querida… ela me abraçou mais forte e senti sua mão por dentro da água descer e acariciar meu bumbum… mas como ela gostava de me chamar de popozuda e dar algumas palmadas e beliscões de brincadeira não me preocupei mais uma vez.. ae pq ela estava muito carente… ficamos assim abraçadas rostos colados ao contrario trocando algumas palavras e as vezes ela me dava um beijinho no pescoço ou no rosto… e cada vez eu sentia os meus bicos durinhos e os dela tbm mas nossa estava muito bom ficar assim abraçadinha com a mãe da minha amiga… e novamente ela desceu a mão e me chamou de poposuda… – ai dona Lena eu to gorda é isto é? Claro que não querida só to brincando com vc, vc tem um corpo lindo querida… – tenho nada a senhora vivi falando que tenho um bundao… – ai Verinha claro que não amor nossa vc é linda tem um bumbum lindo e gostoso… e apertou acariciou mais… ai nos soltamos e fomos ate a borda da piscina tomar mais um gole da champanha… ela me abraços pela cintura beijou o pescoço o rosto e perguntou próximo ao ouvido… – tu não fico braba comigo não é? – a senhora me acha feia tenho uma mala enorme… falei fazendo um charminho… – bobinha claro que não, já falei vc tem um corpo lindo e rindo me chamou de gostozinha… – dona Lena falei dando um gritinho no que ela riu e pela frente subiu a mão envolvendo meu seio me fazendo suspirar de leve… e depois ela me virou de frente, eu fazendo carinha de manhosa ela passou a mão no meu rosto me trantando com muito carinho… – dengozinha adoro teu jeitinho de menina mimadinha… – há ate que não sou mimada minha mãe não deixa… – mas já que vc é a minha filha reserva aqui com a mamãe poder ficar toda manhosa eu adoro meninas manhosas… fiz um beicinho… ela sorriu e passou o dedo de leve nos meus lábios… – hum olha só esse beicinho que lindinha, da ate vontade de dar um beijinho… eu sorri e não esperava quando ela aproximou o rosto e me deu um selinho.. – a senhora hem, ladra de selinhos… – beijo roubado é mais gostoso… disse ela e mais uma vez sem eu esperar me deu outro selinho e depois me abraçou novamente e ai nos duas suspiramos ao mesmo tempo… e rimos então ela pegou a taça e me deu… – que me dar um porre, eu adoro champanha mas já to ficando tontinha… – há o que tem de mais hoje é sábado e vc mora só dois andares a baixo… mas eu não to acostumada a fazer essas loucuras… – há querida a vida é muito curta e todas nos temos direito a curtir umas loucuras de vez enquanto… – me conta uma coisa Verinha, tu já tomou banho de piscina pelada? – pelada, nuazinha não, só assim com a parte de baixo do biquíni e uma vez só de calcinha na casa da minha prima mas nua nunca… – então o que tu acha de experimentar? Ela deu um passo pra trás e levou as mãos as laterais e num movimento tirou de dentro da água o biquíni atirando pra fora da piscina… – dona Lena a senhora ta louca é??? – há o que tem de mais, aqui é uma cobertura ninguém pode nos ver e estamos sozinhas, tira a tua para experimentar… – ta louca dona Lena ai ia me sentir sem jeito sei la… – há deixa de bobagem querida somos mulheres não vai me dizer que esta com vergonha de mim? E não esqueça que já te vi pelado tu tomando banho com a Bia… – ai sei la dona Lena e se o seu marido chega? – isto tbm ta muito difícil de acontecer, ele foi pro clube e depois de um churrasco com os amigos por la, ele só chega la pela meia noite… tira vai sua medrosa… e já veio colocando os dedos nas laterais e foi puxando pra baixo meu biquíni entre meus protestos que não eram levados em conta, por fim ela tirou de dentro da água e atirou la longe… – sua louca falei rindo, e agora como vou sair da piscina? – nua como eu… ela riu e me abraçou segurando pela cintura me puxou mais pro fundo… – a senhora hoje ta a mil hem, olha la não da pe pra mim não vai me soltar… – claro que não meu amor, é a ultima coisa que eu to pensando é te soltar, quero ficar assim abraçadinha bem juntinha… coloquei os braços nos ombros e em lacei as pernas na cintura…. – viu só não é gostoso ficar assim nua? – ai sei la é diferente mas é bom… só a senhora mesmo pra me fazer essas loucuras… ficamos assim abraças trocando algumas palavras as mãos dela descia ate meu bumbum passando o dedo bem em cima do meu cuzinho que pela posição das minhas pernas estava totalmente exposto… depois de mais um tempo resolvemos sair da água, fomos para a parte de dentro da cobertura ao lado do barzinho onde estavam as toalhas… nos secamos, quando fui passar por ela com a toalha na frente do meu corpo ela me segurou… – o que tu vai fazer? – pegar meu biquíni pra vestir… – há vamos ficar assim mais um pouquinho, olha só ainda tem mais um pouco de champanha e foi servindo, ela sentou no banco alto colocando sua toalha em cima do balcão expondo seu lindos corpo tendo o ventre com pelos ralos bem aparados eu fique a sua frente, com uma mão peguei a taça com a outra segurava a toalha na frente do peito… depois ela acendeu um cigarro me oferecendo outro.. e foi me puxando mais para perto entre suas pernas… sua mão passava em minhas costas que estavam nuas e depois subiam bricando com meus cabelos… – ai Verinha tira essa toalha, não vai me dizer que ta com vergonha de mim… ri fiquei toda sem jeito e coloquei a toalha em cima do balcão… – agora sim ta bem melhor… ela me puxou junto ao seu corpo fazendo colar de lado entre suas pernas me abraçando e beijando o rosto… – nossa nada vc é linda tem um corpo que nossa… ri e depois pela primeira vez olhei direto pro peito dela e depois a encarei… – a senhora tbm tem um corpo muito bonito dona Lena.. – é mas nada parecido a ter dezoito aninhos, olha só tudo no lugar bumbum redondo durinho seios lindos tbm durinhos olha só.. ela ia falando e passando a mão em cada lugar do meu corpo que elogiava… então passou a outra mão para meu outro seio ela envolveu meu peito e foi apertando de leve ate o bico no que suspirei… – é gostoso assim não é? Falou próximo ao meu ouvido… mexi a cabeça afirmativamente enquanto ela fez o mesmo no outro seio… ela então começou a dar beijos no rosto pescoço, nossa não dava pra acreditar no que acontecia, eu ali com a mãe da minha melhor amiga me dando aqueles amassos, ai que loucura minhas fantasias se transar com outra mulher estam prestes a se realizar… então levei a mão tocando o seio dela no que ela suspirou ao mesmo tempo.. fiz o mesmo movimento e senti o bico do seio dela ficar maior e mais duri ainda nossa que sensação diferente gostosa tocar no corpo de outra mulher e mais gostoso ainda receber essas carícias me entreguei toda já sentindo minha vagina ficar mais úmida… ficamos assim em silencio uma acariciando o peito da outra ate que ela deu um longo suspirou… – deixa eu dar uns beijinhos neste seio gostoso… e inclinando a cabeça seus lábios colheram meu seio sugando de leve e depois com força alternando me dando mais prazer ainda… depois de um tempo ela levantou o rosto me olhou acariciou meu rosto e veio aproximando a boca ate que tocou meus lábios, seu beijos era suave gostoso de olhos fechados abri a boca permitindo sua língua invadir a minha nossa foi um beijo muito gostoso demorado uma delicia quando nos separamos estávamos ofegantes… – hum que delicia de beijo meu amor… – ai a muito tempo que na obeijava assim falei… – é mesmo e vc gostou? Fiz que sim com a cabeça.. – tu já transou com mulher querida? – não dona Lena, mas de uns tempos pra ca não sei porque tenho pensado muito e sentido muita bontade… ela sorriu me abraçou de corpo todo e disse.. – então meu amor eu vou te mostrar como é gostoso, vem vamos pra minha cama… De mais dadas descemos e fomos pro quarto, nos deitamos lado a lado e ela começou a beijar meus seios novamento ao mesmo tempo foi descendo e seus dedos tocando minhas coxas os lábios ate que tocou meu clitóris nossa soltei um gritinho ela era muito experiente sem dúvidas e foi beijando cada centimeytp do meu corpo ate que chegou a minha xaninha lizinha – hum que delicia meu amor… ela deu vários beijinhos em cima e depois passou a língua de baixo pra cima, abri os lábios e começou a brincar com meu clitóris com a sua língua… nossa aquela mulher me deu a primeira e mais gostosa chupada da minha vida, gozai varias vezes na sua boca… ela me lambeu ate o cuzinho enfiou dedinhos no meu rabinho na xana foi uma delicia… então depois de um tempo eu retribuiu com sua orientação curiosidade e instindo feminino beijei o corpo todo da mãe da minha amiga, curtimos um 69 delicioso, fizemos tesourinha e o ultimo orgasmo foi eu por cima esfregand omais uma vez a minha já vermelha xoxota na dela, mas como estávamos muito meladinhas nossa tava muito bom. Quando sai do seu ap minhas pernas estavam bambas, cheguei em cas jantei tomei um banho e fui pra cama, desisti de sair com umas amigas e tive uma noite de sono ótima.. n o domingo ela me ligou e fui ao seu ap, mas ficamos no sofá só nos beijinhos e amassos de leve já que estávamos as daus com as piriquitinhas ainda inchadinhas de tantas carícias…mas acima de tudo muito satisfeitas… mas na segunda vim mais cedo do cursinho e nossa transamos umas 2 horas antes do marido dela chegar que quase nos pegou. Um outro dia da semana el eviajou então pedi para mamãe se poderia dormir na casa dela que estava se sentindo muito sozinha falta da minha amiga que estava longe e do marido mamãe compreensiva acentou e nossa foi uma noite muito gostosa, Lena me mostrou um consolo e nossa foi uma loucura total ela me comeu todinha ate minha bundinha, bem no outro dia pela manha matei aula e ficamos trancadas o dia inteiro ate as 18 horas que chegiei em casa como se tivesse retornando do curso. E esta transa ainda durou mesmo depois que minha amiga voltou de viagem.. foi quase um ano de muito sexi carinho e amor, ate que o marido foi transferido para SC e assim ficou mais difícil de nos encontrarmos, mas não impossível ainda assim fui passar as férias na casa deles na praia de Daniela enossa transamos bem gostoso tbm. Espero que tenham gostosa e mande relatos adoro ler e escrever gostaria de trocar mais experiências neste sentido.

12:29 - 19/3/2014 - comments {0}

Loira gostosa da faculdade

Olá, me chamo Larissa. Acabei de fazer 21 anos e a história que vou contar aconteceu há 2 meses e acontece até hoje.

Sou morena, cabelos longos, tenho 1 metro e 71 centímetros, seios médios e treino pesado pra manter meu corpo sarado. Faço faculdade de engenharia mecânica e falo com quase todo mundo da minha turma, exceto uma loira que se chama Bianca.

Bianca é uma loira daquelas magrinhas, bem patricinha, que deve ter a bolsa cheia de maquiagens e itens desnecessários que só mulher frescurenta tem! Tem mais ou menos a minha altura e apesar de magrinha, seus seios são enormes. Já reparei algumas vezes e admito que tenho inveja aqueles peitões.

Se você está se perguntando se sou lésbica ou hétero… a resposta é que eu sempre fiquei com homens. Só que eu quase sempre vejo pornô lésbico e me excita de uma forma inexplicável. E vou ter que falar que eu era louca pra ter uma experiência com uma mulher. E eu tive: com a Bianca, rs.

Tudo aconteceu quando estávamos numa aula da faculdade e reparei que de vez em quando, estranhamente, a Bianca me olhava e subitamente disfarçava. Não me importei tanto, achei que ela só tivesse observando minha roupa ou algo assim. No fim do dia quando eu estava indo pro meu carro, exausta, querendo ir logo pra casa, fui abordada pela Bianca. Ela tinha um jeito tímido e meigo até:

- Oi Larissa.

Ela falou de um modo muito envergonhado.

- Oi Bianca. O que foi? - Respondi. Não entendi porque ela estava falando comigo. Ela nunca havia se quer me cumprimentado.

- Não sei como te dizer isso mas… eu preciso da tua ajuda.

Ela continuou falando e me disse que tava indo mal nas provas, que suas notas não estavam dando pra passar e que se ela reprovasse em alguma cadeira, o pai dela ia matá-la. Eu não tinha o que falar, eu nem a conhecia direito, o que eu poderia fazer? Fiquei calada, pensando na situação.

- Eu sei que você tira boas notas e achei que você pudesse me ajudar… seu apartamento é perto da minha casa e somos da mesma turma, ficaria mais fácil. Eu te pago! - ela disse de um forma esperançosa.

Não tenho lá muito dinheiro. Vivo bem mas um dinheiro extra poderia realmente me ajudar. A fatura do cartão estava alta e não sobrava muito pra me divertir. Por um momento pensei que não precisava daquilo, mas disse que iria pensar na proposta e pedi seu número. Lhe daria a resposta no fim de semana.

No sábado de manhã liguei pra Bianca e disse que concordava. Negociei os preços e os horários. Daria aulas das 17h às 22h aos domingos. Ela me perguntou se eu já poderia ir no dia seguinte, eu disse que não teria problemas.

Saí de casa às 16h30, queria chegar cedo pra ir me organizando. Toquei a campainha e esperei. Uns 2 minutos depois a Bianca vem me atender. Ela estava com o cabelo em coque, seu shortinho jeans media um palmo e usava uma blusa branca regata. Olhei mais um pouco e ela usava sutiã, rs. Ela estava realmente linda… e deliciosa, de uma forma que eu nunca tinha visto antes. A pele dela estava com bronze extraordinário: o bico do meu peito ficou duro ao terminar de reparar nela e me envergonhei. Acho que ela percebeu.

- Oi Larissa. Você chegou cedo, haha. - ela disse. Parecia menos tímida que no estacionamento da faculdade.

- Oi Bianca. Tudo bom? - abracei ela por um curto momento. O toque dos peitos enormes dela em mim me deixou mais desconfortável ainda. - Cheguei cedo pra gente já ir começando - eu expliquei.

Entramos. A casa dela é espetacular. Acho que tem cerca de 3 a 4 salas, todas enormes. Ela estava sozinha, haha. Isso me fez ficar mais a vontade.

Ela disse que ia na cozinha buscar um suco para nós. Eu sentei numa mesa, coloquei minhas coisas e comecei a separar os assuntos os quais ia ajudá-la.

A Bianca volta e coloca o suco de laranja na mesa.Ela jogou aqueles peitões na minha cara, de propósito. Não vou conseguir descrever o que passou na minha cabeça durante aquele momento mas juro que passou pela minha cabeça rasgar aquela blusa e atacá-la sem piedade.

Comecei a explicar o assunto para a Bianca mas ela não parecia que tinha dúvidas. Todas os exemplos que eu pedia pra ela responder, ela respondia e acertava. Perguntei porque ela tinha me chamado ali se ela sabia responder tudo corretamente.

Ela buscou umas provas dela e me mostrou. Todas com notas excelentes.

- Você sabe porque eu quis te trazer aqui, não sabe?! - ela falou.

Senti a malícia nas palavras dela. Na mesma hora, pulei da cadeira e taquei um beijo nela. Aquela loira gostosinha era tudo o que eu queria naquele momento. Ela me empurrou devagar, se afastando, me olhando com um olhar meio maligno e falou:

- Posso ser toda sua, mas com uma condição.

- Qual? - perguntei desesperada, louca pra começar a fazê-la.

- Eu disse que ia te pagar… e vou te pagar. Mas vou te pagar pra você fazer o que quiser comigo.

Fiquei sem reação no momento. Mas que porra?! Ela ia me pagar pra eu fazer o quiser com ela? É isso mesmo? Sem hesitar, balancei a cabeça concordando e fui correndo beijá-la.

No momento não entendi qual papel eu estava assumindo. Imaginei se seria uma espécie de prostituta que estava recebendo pra fazer o que quiser com aquela puta… mas isso importava? Eu estava prestes a fazer o quiser com uma loira gostosa pra caralho.

Joguei ela num sofá branco de couro e enfiei a mão por baixo de sua blusa. Afastei o sutiã e comecei a apertar aqueles seios gigantes. Não demorei muito e tirei logo aquela blusa e em seguida o sutiã. Fiquei chupando aqueles peitos por uns 5 minutos e ela gemia sem parar no meu ouvido. Que gemido gostoso. Era muito melhor que de um homem.

Não estava mais aguentando. Estava toda molhada e fazia muito tempo que tinha transado. Saí de cima dela e tirei toda minha roupa. Mandei ela me chupar. Ela ficou de quatro no chão e veio andando devagar até mim, com um olhar de puta.

Aquela loira estava louca por mim. Parecia que ela queria aquilo desde que tinha me visto pela primeira vez.

Começou a me chupar devagar, lambendo toda minha buceta e enfiando a língua, bem de leve. Coloquei imediatamente minha mão em sua cabeça e comecei a falar pra ela me chupar mais rápido.

- Me chama de puta! - ela disse.

- Vai puta! Chupa gostoso vai.

Gozei. Ela engoliu tudo e continuou chupando devagar.

Me recuperei e a beijei.

Ela me mandou esperar e saiu correndo. Subiu as escadas e voltou rapidamente. Com um dildo enorme nas mãos. Nunca tinha visto uma porra daquela. Tinha cerca de 40 a 50 centímetros. Ela me entregou, tirou o short (ela estava sem calcinha! Vagabunda!), se sentou no sofá com as pernas abertas e disse:

- Me fode, gostosa. Vai… Enfia todo em mim. - ela tava extasiada.

Ao olhar aquela buceta com bigodinho do hitler loirinho, não aguentei e fui louca pra chupar e enfiar aquele dildo todo nela. Comecei chupando muito forte, intensamente. Ela estava gemendo muito alto e gozou rapidinho na minha boca. Comecei a enfiar… e enfiei tudo de uma vez só. Não sei como aquilo tudo coube dentro dela.

Fiquei num movimento de vai e vem por uns 15 minutos. Aquela loira vagabunda gozou muito! Umas 5 vezes, acho. Chupei ela bastante depois disso e não conseguia parar de encarar aqueles peitos.

Exaustas depois disso tudo, deitadas no tapete, nos levantamos e fomos pra um banho. Transamos muito gostoso outra vez, mas não com tanta intensidade. Fizemos muito oral. Amei aquela bucetinha! Loirinha, gozava bastante… queria mais vezes, claro.

- Isso vai acontecer mais vezes, certo? - perguntei.

- Depende. Quando eu quiser de novo, eu ligo pra você. Tenho seu número…

Saímos do banho, nos trocamos e quando estávamos nos despedindo, ela me deu o dinheiro.

Recusei mas ela disse que eu merecia, que tinha feito o serviço bem feito!

02:41 - 11/3/2014 - comments {0}

Aluna e Professor

Aluna e professor.

Era verão em Curitiba e o calor estava insuportável, o que era atípico. As aulas da faculdade começavam às 13 horas naquela tarde, era a primeira aula do curso de Psicologia.

Giulia arrumava o cabelo sempre com uma fivela prateada prendendo-lhe a franja que caía nos olhos castanhos. Os cabelos eram compridos pela cintura, lisos e combinando com a cor dos olhos.

Estava ansiosa, e ao chegar lá, sentou-se na primeira carteira à espera da professora de Filosofia. Percebeu que em sua classe só havia mulheres, o que era de se esperar, afinal o curso era novo e não era muito divulgado entre os homens.

Os bochichos e conversas cessaram quando o professor entrou em sala. A estranheza das garotas tomou conta do recinto. Nunca tiveram, até aquele dia, aula com um professor. A maioria delas vinha de um colégio interno que era associado à faculdade.

Giulia o observou atenta e algo havia lhe chamado à atenção. Ele era alto, com aproximadamente 1,90 de altura, ombros largos e fortes, olhos azuis e cabelo negro.

— Boa tarde. – Ecoou uma voz grossa na sala, calando aquelas que ainda estavam conversando.

Um arrepio se alastrou pelo corpo de Giulia ao ouvir a voz ensurdecedora daquele macho à sua frente. Nunca lhe passou pela cabeça ter aulas com um homem. Não havia tido contato, até aquele momento, com homens em sala de aula.

— Iremos ter aulas de filosofia pelo ano inteiro. Espero que tenhamos um bom relacionamento.

Ela já não escutava mais nada. Seu olhar pairava em cada pedaço do corpo dele, tendo pensamentos nem um pouco pertinentes a aula de filosofia.

— Me chamo Carlos. Sou seminarista.

Seminarista Carlos? Perguntou-se Giulia. Seria um desperdício para a sociedade ter um homem maravilhoso daquele, guardando-se para sempre.

Ambos os olhos ainda não haviam se cruzado. Mas as pernas de Giulia não paravam de fazer isso. Queria chamar a atenção dele, mas não sabia como. Somente ao responder a chamada, o primeiro olhar lhe corre o corpo, e numa cruzada de pernas o constrangimento.

Passadas algumas semanas, e as trocas de olhares ficaram mais intensas, porém discretas. Seria um absurdo ter uma aluna se relacionando com um professor e este ainda era um seminarista. Era contra as regras, tanto da faculdade quanto as leis religiosas.

Giulia sonhava com Carlos. Sonhos quentes. Imaginava aquelas mãos enormes tateando seu corpo.

Ele, por sua vez, tentava desviar de todas as formas o olhar de Giulia. Mas lhe vinha sempre no pensamento àquela boca volumosa e vermelha, o corpo escultural e bem desenhado. Giulia era uma menina com corpo esplendoroso, diferente das demais, tinha a pele impecável e macia.

Giulia pensou em como chamar mais a atenção dele. Soltou os cabelos e passou um perfume de flores. De tanto se arrumar, chegou atrasada. Entrou em sala e seu perfume se alastrou, deixando Carlos ainda mais estremecido com sua beleza.

Depois da aula, Giulia ficou esperando todas saírem.

— Professor, o senhor é seminarista há quanto tempo?

A pergunta o fez tremer na cadeira.

— Qual o motivo da pergunta Giulia?

Nesse momento ela debruçou e apoiou-se na carteira dele, deixando um rastro de decote à mostra. Claro que mesmo sendo seminarista, Carlos ainda era homem, e seus instintos não o fizeram olhar para outro lugar, senão para aqueles lindos e redondos seios a sua frente.

— Curiosidade. Você me parece ser tão novo e já fez seus votos.

Como de supetão ele levantou da cadeira dando dois passos para trás.

Giulia não era fácil. Apesar da pouca idade, já fazia os homens enlouquecerem. E sabia provocá-los, isso ela tirava de letra.

— Fiz meus votos esse ano. Mas sou professor há dois.

Giulia se aproximou. Deixou cair o lápis no chão, com o propósito dele abaixar-se e alcançá-lo para ela. E é claro que funcionou.

Ao abaixar-se, Carlos observou o formato estonteante das pernas de Giulia. Ela, aproveitando o momento, ajeitou a saia deixando de modo que ele percebesse ainda mais suas curvas.

—Você é um homem muito formoso, Carlos. Acho que fazer votos, no seu caso, é um desperdício.

Carlos ficou espantado com tamanha audácia. Mesmo assim, ficava maravilhado e hipnotizado com a boca de Giulia.

-Giulia, contenha-se e me respeite! Você precisa mais de igreja. Vá à missa no domingo, tente reaver seus conceitos.

Giulia se absteve. Colocando o lápis entre os lábios, dando um ar de menina, foi saindo.>

— Tudo bem. Com você me pedindo assim, eu vou.

Domingo, Giulia assistiu toda a missa feita por Carlos e mais um padre. E ao final dirigiu-se ao confessionário, onde Carlos já estava atendendo aos fieis. Demorou-se, esperando todos irem para que pudesse ir por ultimo.

Ajoelhou-se e começou a falar. A principio, Carlos ainda não havia a reconhecido.

— Bom dia. – Disse ela.

— Bom dia, pode começar. Ela tirou o véu que lhe tapava o rosto.

— Carlos, tenho tido alguns sonhos estranhos.

— Que tipo de sonhos?

— Sonho quase toda noite com o meu professor. Ele sempre esta vindo em minha direção na sala de aula vazia. Coloca-me sobre sua carteira, beija e acaricia meu corpo e fazemos loucuras.

Carlos sentiu um calafrio na espinha. Reconheceu aquela voz doce. Não sabia o que dizer. Saiu do confessionário e com rapidez entrou em uma das salas da igreja onde os fieis não podiam ter acesso.

Giulia sentiu-se satisfeita. Desvirtuar Carlos era um prazer.

No outro dia, Giulia vestiu-se da melhor roupa. Penteou-os cabelos de outra forma. Chegando a sala de aula leu o recado escrito no quadro: AULA SUSPENSA POR HOJE. Foi até a secretaria da faculdade saber quais os motivos. A orientadora não deu muitos detalhes, mas os professores estavam todos reunidos em uma sala para uma reunião. Entristecida, esperou mais alguns minutos para ver se alguém saía daquela sala. Esperou por mais de 15 minutos até que a porta se abriu, o ultimo a sair foi Carlos.

Ela o seguiu até a casa dele. Ele sempre ia a pé para casa e para o trabalho, pelo fato de morar a poucas quadras dali. Chegando a sua casa, Carlos entrou e de surpresa Giulia apareceu em sua frente. O coração dele disparou vendo aquela mulher maravilhosa.

— O que faz aqui Giulia? Aconteceu alguma coisa?

— Sim professor. Posso entrar? Ele hesitou por um momento, mas a deixou entrar.

— Fale Giulia.

Ela não fez nada. Simplesmente o olhava. Ele tentava decifrar aquele olhar, mas era impossível. Ela se aproximou deixando-o ofegante. Passou a mão nos cabelos negros, olhando sempre nos olhos azuis. Ele sentiu aquele perfume arrebatador, fechou os olhos e se deixou levar pelo momento, sem se preocupar com os votos religiosos ou se era sua aluna o seduzindo. Giulia tentou ser o mais suave possível, encostou seu busto no corpo dele delicadamente.

Com a ponta dos dedos acariciou o rosto dele o puxando pelo pescoço para perto de sua boca. Ele estava intacto. Ela por um momento ficou com medo que ele a rejeitasse, mas continuou a cena. Ficou na ponta dos pés e passou a boca na orelha de Carlos.

 

Automaticamente, ele a agarrou pela cintura arrastando-a contra a parede. Os dois se beijaram numa selvageria sem igual. Beijaram-se por tanto tempo que a boca de Giulia ficou amortecida. As mãos de Carlos começaram a correr no corpo escultural dela, a fazendo soltar alguns gemidos de prazer. As mãos de Giulia passaram pelos músculos das costas dele, o arranhando e dando mordidas nos lábios. Ele, já a flor da pele, não conseguia pensar em mais nada que não fosse arrancar as roupas dela e se deliciar daquele corpo. Tomado pelo prazer, Carlos desceu os dedos até o ponto critico de Giulia. Ela tentou segurá-lo…

— Deixe-me tocá-la!

Ela prendendo as mãos de Carlos entre suas coxas, foi deixando-o tocá-la devagar por debaixo da saia. Quando ele escorregou os dedos na cavidade já extremamente molhada de Giulia, esta soltou um gemido de prazer que o deixou maluco e dessa vez ele colocou os dedos mais a fundo. Ela se entrelaçava e estremecia, tinha espasmos nunca tidos antes. Sem parar de beijá-la Carlos sugava o pescoço de Giulia sem se importar em deixar marcas.

 

De repente Giulia, já no ápice, solta um gemido agarrando com as duas mãos, por cima das calças, o pênis de Carlos.

— Quero-te dentro de mim agora.

Ele levantou a saia de Giulia agarrando-a pelas nádegas e a levou em seu colo para o sofá.

Giulia mais que depressa começou a desabotoar os botões da blusa de Carlos. Ao tirá-la ela ficou por alguns instantes admirando o corpo de traços perfeitos e desenhados dele.

Com uma mão Carlos desamarrava os laços da blusa de Giulia, e com a outra lhe apertava as nádegas com força, gemendo em seu ouvido…

— Giulia, Oh! Perfeita, como você é perfeita…

 

Ao desamarrar a blusa e tirar a saia, Carlos alisava o corpo de Giulia impressionado com as curvas. Com a ponta da língua massageou os bicos do seio dela, deixando-a arrepiada de prazer.

Carlos, sentado no sofá e Giulia de pé em sua frente, ela pegou o “mastro rígido” esfregou-o em seus seios e o lambeu até provocar em Carlos gemidos e sussurros…

Ele a jogou no sofá ficando por cima dela.

Colocou o sexo rigidamente duro em sua cavidade vaginal apenas forçando a entrada…

— Você quer? – Perguntou ele, provocando Giulia.

— Mais que qualquer coisa…

Mais algumas provocações e finalmente a penetração. Gritos e gemidos eram escutados pelo lado de fora. A excitação era tão grande que o sofá se arrastava pela sala com a força dos dois corpos.

Giulia o prendia com as suas pernas, fazendo-o ficar dentro dela por mais tempo.

Ele lambia e mordia os seios de Giulia. Até que ela chegou ao gozo de forma que seu corpo amolecera.

—Goze mais pra mim… Goze Giulia! Você queria a mim… agora você me tem!

Ela estremeceu por mais de uma vez, sua vagina se contraiu com força fazendo Carlos não poder segurar mais…

Os dois caíram no tapete. Olharam-se por um momento. Giulia deitou a cabeça no ombro de Carlos e cochilaram, ali mesmo.

01:46 - 5/3/2014 - comments {0}

Fábio o Negão.

Fábio o Negão.

Sempre que estava fazendo sexo com minha esposa,sentia que ela gostaria que um cacete bem maior que o meu,estivesse penetrando sua buceta.Certa noite,perguntei para ela,se ela gostaria de sentir um cacete bem grande em sua buceta. Ela me disse que seu maior desejo,era ser rasgada por um cacete desproporcional,tipo aqueles que tinha visto em filmes pornos,geralmente,cacetes de negros.Ela me disse que gostaria de sentir un cacete de pelo menos uns vinte e cinco centimetros,rasgando sua xaninha gostosa.Aquilo me deixou com uma perspectiva de que algum dia,a satisfaria. Certa tarde,estavamos no clube,quando chegou um amigo nosso, Fabio,um negro de 1,80 ms de altura,forte e simpatico. Ele sentou-se conosco e começou a conversar sobre esportes. Notei que minha esposa,Claudia,sentiu o maior tesao pelo nosso amigo.Falei que iria embora,pois o tempo estava meio nublado e poderia chover.Convidei Fabio para tomar uma cerveja em casa.Ele aceitou.Fomos para casa,sentia que minha esposa,estava louca para transar com aquele negrao, talvez pensando em seu cacete,que deveria ser imenso. Ao chegarmos em casa,preparei uma caipirinha da hora e ofereci ao Fabio.Ele aceitou e me cumprimentou pelo sabor da mesma.Quando chegamos em casa,Claudia,havia trocado de roupa,ficando de shortinho e mini blusa.Estava um tesao. Falei para ela ficar fazendo sala para nosso amigo,enquanto ia tomar um banho.Noa demorei mais que dez minutos.Quando retornei a sala,notei que Fabio estava de olhos nas partes intimas de minha esposa.Era o que nos queriamos.Coloquei uma musica bem erotica no meu aparelho de som.Comecei a dançar com Claudia,enquanto Fabio nos olhava.Logo que terminou a musica,falei para que ele dançasse com ela. Começaram a dançar.Notei que seu pinguelo,estava todo duro, se encostando em Claudia,que se apertava cada vez mais no nosso amigo.Quando acabou a musica,ele meio sem jeito,se sentou,me pedindo para lhe servir uma cerveja.Fui buscar a cerva na geladeira,enquanto Claudia se encostava nele. Resolvemos abrir o jogo.Disse-lhe,que minha esposa queria ser fodida por ele,pois tinha uma fantasia antiga,que era ser fodida por um negro.Ele topou no ato.Fomos para nosso quarto,onde nos despimos.Seu pau era bem grande,acho que uns 25 cms,por 8 cms.Claudia se deitou e pediu para ser penetrada por aquele membro colossal.Fabio enfiou de uma vez tudo aquilo em minha querida esposa,de tal maneira,que ela,somente suspirou de prazer.Ele gozou bem rapido,parecia que nao metia fazia muito tempo.Claudia virou-se de costas e pediu para que ele a enrabasse.Fabio lambeu seu cuzinho, deixando o mesmo cheio de saliva e enfiou seu imenso cacete naquele orificio que tinha sido somente meu.Claudia gemia, de dor e tesao.Gozaram feito loucos,enquanto eu,assistia tudo batendo uma bela punheta.Ele inundou o anus de Claudia com sua porra.Quando ele tirou seu cacete de seu cuzinho,ela começou a chupa-lo com uma vontade louca,fazendo com que o rapaz gozasse em sua boca,que engoliu todo seu esperma. Fabio me disse que precisava ir embora,mas que voltaria assim que pedissemos.Nos despedimos.Logo que o negrao foi embora,parti para cima de Claudia,que estava arrombada pelo nosso amigo.Depois deste dia,sempre que Claudia,quer sentir um cacete gigante,nos ligamos para Fabio,que nos faz companhia em nossas noites de sexo.A proposito,de tanto ver Claudia ser enrabada por aquele cacete negro,grosso e imenso,me ocorreu uma ideia,que contarei depois.

06:49 - 4/3/2014 - comments {0}

Priscila Casada

Ola sou Priscila sou casada a 3 anos amo muito meu marido, a tempos ele me comentava de apimentarmos mais a relação, mas ele era um pouco timido e não falava como, determinado dia ele me ligou do serviço perguntou se estava tudo bem? Conversamos de coisas banais mas eu percebi que ele não estava muito contente, no outro dia conversando eu perguntei o que estava deixando ele meio pra baixo, ele respondeu que queria fazer uma pergunta, mas que não sabia como, então falei pra ele que o amava, e que não deveria esconder o sentimentos de mim, ele me revelou que sempre quis sair da rotina com algo mais extravagante, que desse aquele frio na barriga, perguntei ha ele, o que ele queria fazer, ai ele respondeu, que queria fazer um menage, podia ser masculino ou feminino, mas tinha que ser algo que a gente nunca tinha feito, no começo não reagi bem, falei que eramos casado, que podia não dar certo, eu sempre fui timida e nunca pensei nisso, falei que isso era coisa de gente pervertida e tal, então ele me disse, somos casados a 3 anos, namoramos a 8, depois de todo esse tempo ainda não posso contar minhas fantasias para você, você acha que casar é só trabalha fazer a limpeza da casa e pegar um cinema.Eu respondi que tradicionalmente sim, então ele falou algo me deixou refletindo, Ele disse que não se casou comigo por uma tradição, mas sim para me fazer feliz e pra ser feliz, disse que confiava em mim, e que eu podia confiar nele, falou também que não tocaria mais no assunto se fosse para brigar, depois de um tempo pensando eu cheguei a conclusão que realmente eu amava ele, estavamos a mais de 10 anos juntos, sempre esteve do meu lado, nunca me traiu, e o único desejo que ele tinha me revelado era esse, achei que não custava tentar, depois de 2 semanas eu fui falar com ele, falei amorzinho, pensei naquela proposta, pesquisei na internet e me despertou um certo interesse, muitos casais relatam que é uma experiencia de confiança boa, casais que tem 20 25 anos de casados, ele ficou surpreso mas feliz, perguntou se eu tinha certeza, respondi que sim, então ele perguntou o que eu queria fazer, respondi que queria fazer um menage masculino pra me acostumar, ele de pau duro me disse que sim, tomamos um vinho depois dessa conversa e eu confesso que nunca vi ele tão cheio de tesão, me comeu como nos primeiros dias de namoro, depois de pesquisar na internet alguem de longe, ele encontrou um rapaz bacana de 27 anos corpo malhado viril cheio de ginga, mostrou a foto eu fique entusiasmada, mas com muito receio, pois nunca tinha feito isso. Depois tive a oportunidade de conversar com o rapaz pela internet, ele era muito educado, discreto, e safadinho, depois de uns dias conversando com ele eu e meu marido decidimos marcar, no dia do encontro muito nervosa com aquele frio na barriga, fomos de carro até uma praça e nos encontramos eu queria ir direto pra um lugar discreto, mas tomamos uma champanhe antes, conversamos, depois decidimos ir para um lugar mais reservado, eu continuava com o frio na barriga nervosa, mesmo tendo conversado e tudo, chegando la eu tomei um vinho delicioso com meu marido e esse "amigo nosso" e começou a pintar um clima, meu marido foi ao banheiro e nos deixou um pouco a sós quando reparei ja estavamos nos acariciando, quando meu marido voltou e viu percebi que ele ficou cheio de tesão entrou na brincadeira, naquela altura do campeonato ja estava bem mais solta, estava adorando aquele monte de mãos rodeando meu corpo, estava muito molhada, tomava vinho me enrolava toda muito tesão, meu marido muito animado porque eu estava gostando, o nosso amigo começou a colocar a pica em min enquanto eu chupava o meu marido, depois invertemos, depois sentei no meu marido veio os dois na minha bucetinha, foi uma loucura, terminamos com uma DP magnifica gozei muito eles também, nunca tinha imaginado participar de toda essa loucura, nos dispedimos, e eu ainda estava pensando que era um sonho, não parecia realidade, chegando em casa eu pensei meu deus que loucura, comecei a pensar no que tinha feito, fiquei até meio pra baixo, mas meu marido estava ali do meu lado como sempre e veio com as palavras certas, ele disse que me amava, e que seria assim sempre, e me perguntou como foi sua primeira vez no sexo? eu disse que tinha sido horrível, a primeira vez nunca é perfeita, então ele disse no menage também, foi sua primeira vez, relaxa e para de pensar besteira, você e eu não fizemos nada de errado, só nos amamos muito e queremos realizar nossas fantasias mais sempre em cumplicidade, dias depois soubve que um casal de amigo tinha se separado, fiquei triste por eles, soube que o motivo foi traição, ai parei e pensei, que coisa de covarde, trair, um casal pode realizar todos seus desejos juntos como eu fiz com o meu amorzinhio, passou um tempo uns 2 meses, meu marido me procurou e perguntou se eu queria mais, eu pensei e disse sim, estamos juntos em tudo, isso é ser um casal, como ele havia me dito antes, as vezes posteriores foram cada vez melhores, e estamos casados felizes e mais cumplices que nunca desde então, eu posso afirmar que não ha segredos em meu casamento, muito bom ter liberdade e confiança pra contar com um parceiro assim, sou de Santa catarina terra que adoro, e digo pretendo ficar casada pra sempre, porque pra mim o casamento ganhou um novo significado do que aquele velho sermão, casar lavar, passar, isso não é vida, meu marido cada dia mais feliz me dis todo dia o quanto me ama, nossa vida ta assim, muita sinceridade, um pouquinho de sacanagem e muiiita felicidade....

01:54 - 27/2/2014 - comments {0}

Trai meu noivo com quatro.

Primeiramente vou me descrever. Sou alta, tenho 1,75 mts. Peso 68 kg, morena clara, cabelos longos. Tenho 26 anos. Tenho um relacionamento bom com o meu noivo. No entanto, tenho uma fantasia que é de transar com dois ao mesmo tempo, fazer uma dupla penetração incrível. Deve ser muito gostoso, pois sempre que o meu noivo me come com a sua pica e usa um vibrador para colocar no meu cú, é uma delícia. Eu vou ao céu. É extremamente maravilhoso. Vou relatar algo que aconteceu comigo recentemente. Num final de semana que o meu noivo foi viajar com a sua família eu fiquei sozinha. Então o meu noivo falou para eu ficar em casa e me comportar, no entanto, quando chegou o sábado à noite eu estava com o maior tesão, havia acabado de falar com o meu noivo pelo telefone e ele ficou me dizendo diversas safadezas, para quando voltasse, nós faríamos. Isto me deixou doidinha de tesão. Como eu estava toda acesa resolvi dar uma saidinha, afinal de contas, queria refrescar um pouco a minha cabeça e não sentir tanta falta do meu noivo. Então me arrumei, coloquei um vestidinho preto de alcinhas largas, que demonstra bem os meus peitos, é um vestido que deixa a mostra quase toda a minha coxa, é muito curto. Não coloquei soutien, coloquei apenas uma calcinha fio dental. Eu estava pensando, vou desta forma, pois assim deixo os homens acesos. Gosto muito quando os homens ficam de pica dura para me comerem, eu adoro ver os caras querendo me foder. Gosto de ficar olhando a pica deles dura de tesão para meterem dentro de mim. No entanto, nunca traí o meu noivo. Então resolvi dar uma ida ao shopping que tem há umas 8 quadras de casa. Fui lá. E quando estava passeando por lá, diversos caras ficaram me encarando. De vez em quando um chegava perto de mim e falava “Gostosa”, “Gatinha”. Isto foi me deixando mais acesa ainda. A minha xoxotinha estava melada de tesão. Mas eu sabia que não poderia trair o meu noivo, coisa que nunca fiz. Eu resolvi tomar um refrigerante na praça de alimentação, pedi e sentei-me em uma mesa sozinha. Nesta hora eu ficava olhando os homens que passavam perto da minha mesa e lançavam olhares para o meu peito e coxa. Esta situação foi me deixando cada vez mais molhada. E eu só pensava: “Cadê o meu noivo para me foder gostoso, quero sentir uma pica me arreganhando toda”. Infelizmente teria que esperar mais dois dias para ele voltar. Nisto, dois caras chegaram em mim e perguntaram se eu estava sozinha. Eu disse que sim (isto foi o meu deslize). Aí eles prontamente se propuseram a fazer companhia para mim. No fundo eu até gostei, pois os dois eram bem gatos. Os dois eram morenos claros, de mais ou menos 1,80 mts de altura e eram bem gostosos. Ficamos conversando eu falando que era noiva e eles ficaram falando para mim o que uma gata como eu está fazendo sozinha no shopping. Eles foram pedindo umas batidas em um barzinho que tinha na frente de nossa mesa. Eu acabei tomando um pouco, fazendo com que eu ficasse alegrinha. Já devia ser umas 22:30 hs. quando um deles pergunta para mim se eu estava a pé. Eu respondo que sim. Então eles se propõem a me levar. Nisto chega mais dois amigos deles (também morenos claros e muito bonitos) e vêm junto conosco. Eu fico preocupada, mas acabo aceitando, pois já estava tarde e seria mais perigoso voltar a pé. Quando entramos no carro, entra um no banco de trás eu vou logo em seguida e um outro senta ao meu lado, fazendo com que eu ficasse bem no meio de dois gatos. Assim que saímos do shopping, eles falam que querem dar uma volta pela cidade. Eu falo que preciso ir embora, no entanto, eles falam para eu aproveitar, pois querem curtir e mostrar a diversão para mim. Falaram para eu aproveitar que eu estava sozinha. Bom, não havia muito para eu fazer, então acabei aceitando. Nisto um dos caras que está do meu lado encosta a sua coxa na minha e fica roçando. Aquilo foi me dando um cala frio e ao mesmo tempo que dava medo, dava um tesão enorme. O outro também começou a chegar mais perto de mim. Eu com aqueles quatro gatos não sabia ao certo o que fazer. Eu estava muito preocupada, pois nunca havia traído o meu noivo. Deu para perceber que os dois que estavam ao meu lado estavam com a pica dura, dava para ver a saliência que estava na calça deles, e pelo visto deviam ser umas rolas bem grandes, pelo volume que se formou. Eu já estava toda molhada com aquela situação. Já não agüentava mais, mas também não podia trair o meu noivo. Nisto um deles se encosta em mim e fala para mim que eu sou muito gostosa e que tenho um corpo delicioso, acrescenta ainda que gostaria de me comer bem gostoso. Isto me abalou, não falei nada, apenas fiquei vermelha. E o outro me chama e fala que gostaria de meter a pica dele dentro de mim. Nossa tudo isto estava me deixando maluquinha. A minha xoxota já estava toda molhada, só pensando em uma rola para fodê-la. Então, viram que eu não reagi e começaram a passar a mão sobre a minha perna. Já não sabia mais o que fazer. Então um deles foi levantando o vestido e eu até tentei impedir, mas o tesão foi mais forte e acabei cedendo, não pude impedir. Então ele levantou o meu vestido e começou a acariciar a minha xoxota sobre a calcinha toda molhada. Ao mesmo tempo dizia que eu tinha uma xoxota deliciosa e que estava molhadinha de tesão. Nisto o outro que estava ao meu lado pegou a minha mão e colocou sobre a sua rola que estava duríssima de tesão. Nossa que pica gostosa. Neste momento já nem pensava mais em meu noivo. Só estava me deliciando com tudo aquilo. Nisto, o que estava dirigindo, percebeu o que rolava e falou: “Vamos para um lugar mais sossegado foder e deixar esta putinha toda arreganhada”. E nos levou para um loteamento novo, onde nem existia luz. Nisto eu já estava acariciando as duas picas por cima da calça. Um deles falou, comam vocês dois primeiro que eu e ele vamos depois. Então eles desceram do carro e ficaram esperando. Eu comecei a tirar a pica deles para fora. Nesta hora pude ver o quanto à pica deles era boa. Eram grossas e grandes. Uma delícia para sentir. Um deles foi tirando o meu vestido e me deixando toda peladinha. E o outro aproveitou e tirou a minha calcinha, enquanto o outro chupava os meus peitos. Fiquei pelada para aqueles dois garotões deliciosos. Um deles fala para eu chupar a pica dele. Eu me deito um pouco e começo a chupar a pica que mal cabia na minha boca. Estava uma delícia sentir aquela pica inteirinha na minha boca. O outro ficou chupando a minha xoxota por trás, e de vez em quando lambia o meu rabo. Nossa que maravilha. E o que estava me chupando, começa a passar na minha xoxota. Aquilo estava me deixando louquinha. Já não agüentava mais de tesão. Então eu falei coloca logo a camisinha e mete esta rola em mim, e ele ficou só passando na minha bucetona molhadinha de sexo. Ele falou que estava sem camisinha e o outro também disse que ninguém tinha. Nisto fiquei triste e falei que iríamos somente brincar. Mas, o tesão era tão grande que o que estava passando a vara na minha xana, não agüentou e acabou metendo dentro de mim. Na hora levei um susto e ao mesmo tempo um alívio, pois estava sentindo uma rola me arreganhando toda. Falei para parar, no entanto, ele não parou e começou a bombar mais forte na minha xoxota. Acabei cedendo e deixei ele meter dentro de mim bem gostoso. Nisto fiquei chupando o outro. Até que ele falou que queria meter também. Então fiquei de quatro para ele, ele abriu a porta e começou a meter dentro de mim, enquanto chupava a outra pica. Nossa estava uma delícia sentir aquela pica me arreganhando toda. Eu estava adorando ser arrombada por uma pica grande e grossa, pois a do meu noivo é pequena e não me completa. Nisto os que estavam fora, vendo a minha bunda toda para fora, também quiseram meter. Aí eles fazem uma fila e cada hora é um que mete na minha xoxota. Nisto o mais gato fala para eu sentar-me na pica dele e cavalgar gostoso nele. Eu saio do carro, ele se deita no chão e eu vou sentando na pica dura, grande e grossa dele. Nossa foi uma delícia, pude sentir cada milímetro daquela vara me arreganhando toda. Eu sempre tive vontade de foder e arreganhar a minha xoxota para um cara bem gostoso e com uma pica deliciosa. Eu estava totalmente louca de tesão. Enquanto eu cavalgo, os outros vêm na minha frente e eu fico chupando hora a pica de um hora a de outro, e enquanto não chupo, vou punhetando cada uma delas. Eu estava me sentindo uma verdadeira putinha no cio. Nisto este cara fala que quer foder o meu rabo. Eu mais do que depressa, disse que sim, que ele poderia colocar a rola dele dentro de mim, comer o meu cú, que até este dia só pertencia ao meu noivo. Então, ele me coloca de quatro e começa a meter bem de leve, e como eu estava toda melada de tesão, facilitou a entrada daquele mastro no meu rabo. Senti, no começo um pouco de ardência, mas depois passou e comecei a sentir o maior tesão. Os outros também querem e começam a se revezar, cada hora era um comendo o meu rabinho. Até que um deles fala para eu sentar na pica dele que eu iria sentir uma dupla penetração. Na hora fiquei com medo, pois as picas deles eram todas grandes e grossas, pensei que não iria agüentar. Eu sempre tive vontade de fazer isto, então acabo aceitando. Sento na pica de um deles e começo a cavalgar, quando um outro vem por trás e começa a colocar no meu rabinho. Nossa que delícia. Estava uma sensação maravilhosa, sentia sendo arrombada na minha xoxota e no meu rabo ao mesmo tempo. Que delícia! Era bem melhor do que ter uma pica dentro da xoxota e um vibrador no rabo. Nossa aqueles quatro caras estavam me deixando toda arrombada. Eu acabei não agüentando e gozei muito na pica do cara. Ele sentiu que eu estava gozando e gozou junto comigo, nossa, na hora nem pensei em engravidar, o tesão era tanto que nem deu tempo de pensar. Só sentia aquela porra quentinha dentro de mim. E nisto o outro acabou gozando também, gozou tudo no meu rabo. Foi uma delícia. Enquanto isto, eu estava chupando a pica dos outros dois. Foi aí que os que já haviam gozado se levantaram e ficaram na minha frente enquanto eu dava para os outros dois, da mesma forma. Sentei na pica do cara e comecei a sentir o outro entrando no meu rabo. O tesão voltou rapidamente. Era delicioso sentir duas rolas me arrombando ao mesmo tempo. Uma dupla penetração é uma delícia. Eu ficava mexendo a minha bunda e eles iam me fodendo cada vez mais. E enquanto os dois me fodiam eu ia chupando a rola dos outros dois, que ficaram duras rapidinho. O que estava comendo o meu rabo acabou gozando tudo e a porra dele começou a escorrer entre as minhas coxas, pude sentir o líquido saindo de dentro de mim. E o outro também gozou, juntamente comigo, eu acabei gozando novamente, pois não agüentava de tanto tesão de ser fodida por duas picas ao mesmo tempo. Nossa que delícia, pude sentir a porra de quatro caras se misturando dentro de mim. Aquela porra quentinha foi uma delícia. Eu estava me sentindo uma verdadeira vadia, uma puta de verdade. E nisto os outros dois acabaram gozando novamente na minha boca e rosto. Nossa isto finalizou com chave de outro, pois uma puta de verdade recebe porra na cara e dentro da boca. Foi uma delícia. Terminamos, colocamos a roupa e fomos embora. Eles falaram que gostariam de repetir, no entanto, eu pensei e achei melhor não, pois se o meu noivo descobrir eu estou perdida. Mas foi ótimo. Todas as mulheres um dia poderiam experimentar uma dupla penetração, pois é muito bom. Parece que o atrito dentro da xoxota fica mais intenso, fazendo com que o gozo venha mais rapidamente e com mais intensidade.

08:11 - 23/2/2014 - comments {0}

Secretária

 

Secretária e auxiliar de escritório, 18 anos, sentava bem à minha frente. Sobrinha de um dos donos da empresa, era gordinha de seios fartos, sempre expostos por generosos decotes. Certo dia reclamou do assédio no ônibus, o que foi a deixa para que eu apontasse como motivo o decote - e obviamente também o recheio. Me olhou um pouco assustada, mas fiz questão de reforçar que a minha opinião era apenas… admiração. Depois disso, por iniciativa dela, todos os dias o assunto decote-seios-soutien aparecia, o que me dava uma ótima oportunidade de ficar bem de perto com os olhos fixos neles, enquanto a mocinha se aprofundava no assunto, certamente sabedora do poder que eles exerciam sobre mim. Até que, em algum desses papos, perguntei:

- Mas com um decotão como o que você está usando hoje, o risco dos biquinhos ficarem a mostra não é iminente?

Ela sorriu de leve, e retrucou:

- Por que pergunta? Onde você acha que ficam meus biquinhos?

Como estávamos sozinhos na copa, essa foi a minha oportunidade para, com os dedos indicador e o médio, tocar-lhe um seio, propositalmente longe de onde poderiam de fato ficar as auréolas. Ela arregalou os olhos e levantou um dos braços como se fosse me afastar, mas logo percebeu que aquilo poderia ficar excientate e entrou no jogo.

- Não, mais para a direita, mais para baixo, sobe um pouco… Aí! - Ela me guiou passo a passo até a localização exata, onde comecei a fazer movimentos circulares vagarosamente.

- Se eu fizer isso um pouquinho, será que eles ficam “acesos”? - perguntei, já cheio de malícia.

- Nossa, não faça isso, alguém pode chegar a qualquer momento - ela disse, embora desse um pequeno passo a frente, nos aproximando ainda mais.

Entendi o recado e o meu tesão foi a mil, o que me obrigou a usar a outra mão para ajeitar meu membro que já tentava furar calça e cueca de uma só vez.

- Nossa, você se anima rápido - sussurou ela, enquanto substituia a minha mão pela sua, sentindo o tamanho da minha empolgação pelo momento. Os dois dedos deram lugar a uma mão espalmada, que logo foi acompanhada pela outra e agora deslizavam por sobre os dois seios, que se ofereciam tentadoramente. O beijo foi inevitável, e dele fui vagarosamente descendo meus lábios e língua pelo pescoço e colo, até estar entre aqueles dois monumentos. Ela continuava a falar sobre o perigo de alguém chegar, mas cada vez mais oferecia os seios à minha lingua, fazendo questão que eu me afundasse entre eles. Novamente comecei beijá-la, enquanto ela deslizava a mão sobre meu pulsante e duríssimo pau, que de qualquer forma queria romper a barreira das roupas. Devagar, fui puxando blusa e soutien para baixo, querendo desnudar a dupla e poder explorar cada pedacinho deles. Pedacinho por pedacinho, grandes seios de pele branca com auréolas igualmente grandes e clarinhas foram surgindo, me deixando completamente enlouquecido de tesão. Coloquei meus lábios no pequeno porém pontiagudo biquinho que ficava bem no meio das auréolas, e comecei a chupá-los, lambê-los e mordiscá-los, alternando com chupadas de boca cheia naquilo que por tanto tempo desejei. Entre um seio e outro, porém, ela me puxou pra cima. Misturando beijo e palavras, ouvi um sussurro:

- Eu também quero chupar!

E antes que eu respondesse, se livrou do botão e ziper da minha calça, o que fez meu pau imediatamente pular pra fora, duro como aço, apontando em direção à ela. Segurou com firmeza, e enquanto me oferecia seu último beijo, punhetou com delicadeza, para sentir em detalhe o relevo do membro que pulsava de tesão lhe preenchendo a mão. Desceu em direção a ele, fazendo questão de esfregar os biquinhos contra aquela cabeça inchada que implorava para ser engolida. Abocanhou vagarosamente, como quem quer saborear cada pedacinho. Com quase tudo na boca, sentiu que meu pau pulsava de prazer, o que fez disparar um movimento mais rápido, quase frenético, em que a boca sugava, mamava e envolvia, indo e voltando sem pausar, sendo auxiliada por uma das mãos que no mesmo ritmo punhetava o pedaço que não era engolido. Isso me fez pulsar cada vez mais intensamente, até o ápice daquilo: apenas consegui sussurrar um trêmulo “vou gozar”, lhe dando a oportunidade de se afastar. Mas não foi o que aconteceu: ela diminiu a amplitude dos movimentos com a boca, engolindo-o quase inteiro, enquanto manteve a velocidade frenética com a mão que masturbava o pedaço que não era mamado. Aquilo me fez explodir em prazer, jorrando imediatamente dentro de sua boca. Ao sentir o primeiro jato, farto e quente, enchendo sua boca, fechou os olhos bem apertados e prosseguiu com o movimento, como se quisesse sugar até a última gota. E quando essa última gota se foi, ela retirou a boca e por poucos segundos continuou punhetando e apreciando meu pau de perto, que ainda tinha alguns espasmos pela intensa gozada. Eu sorri, ela se levantou recompondo os seios e disse com a boca encostada à minha:

- Não podíamos sujar o chão de jeito nenhum né?

Sorrimos e nos beijamos mais uma vez, tomando cada um seu rumo em seguida para não levantar suspeitas.

Por mais 4 meses, em todas as vezes que o assunto seios (exatamente no horário de almoço, quando a empresa ficava vazia) vinha à tona, uma farra similar acontecia. Nunca fiquei tão triste com uma demissão.

PS: Embora tenha tentado de todas as formas, jamais sequer toquei a bucetinha dela - “a copa é lugar de farra, não de transa” repetia ela. Até hoje imagino como seria aquela grutinha de dona tão tesuda.


11:07 - 26/1/2014 - comments {0}

Desvirtuando

 
 
Casou-se com o primeiro e único namorado há 15 anos. Embora extrovertida e aparentemente (ah, as aparências…) bem resolvida sexualmente, sempre desconfiei que todo esse tempo de exclusividade sexual acabara por lhe despertar alguns desejos e curiosidades.

Quando me contou sobre os planos para o primeiro filho, a pergunta me foi inevitável:
- Mas, e aí? Estão treinando bastante?
Sempre segura e sem se intimidar, ela entrou na brincadeira e respondeu que, se dependesse apenas dela, os “treinos” seriam muito mais constantes e duradouros - pronto, um minúsculo sinal de insatisfação que poderia ser minha porta de entrada.
Com mais algumas palavras e perguntas “engraçadinhas”, ela logo disse em tom de desabafo que o marido gozava em um tempo muito menor do que os atores dos filmes pornôs, o que era seu único parâmetro até então. Também contou que, depois de alguns anos de casamento, inventou o seu jeito de acompanhar a velocidade do marido: ficava disfarçadamente se masturbando até que, às vésperas do orgasmo, partia pra cima do sujeito para conseguir finalizar a tempo do marido também gozar. Não parecia completamente incomodada com isso, mas claramente queria saber como as coisas funcionam fora da cama dela.
Depois dessa conversa, nos tornamos quase que confessionários sexuais - cada vez mais detalhes íntimos eram discutidos, com a sua postura de segurança e normalidade sendo usada claramente uma máscara para descobrir o que eu fazia e como me comportava na cama. Em pequenos deslizes, eu percebia que aquilo a excitava. Contei que no final de semana transei em um drive-in, e ela disse que nunca havia feito mas tinha vontade. Falava sobre os atributos físicos das mulheres com quem saía, com ela sempre se comparando e falando sobre o próprio corpo. Contou-me rindo que o pau do marido era fino e torto, mas que em determinada posição à atingia em um ponto que provocava intenso tesão. Todas essas conversas por si já me excitavam, mas o que me movia mesmo era sonhar com ela se masturbando pensando em tudo aquilo.
Até que um dia, após mais algumas conversas quentes, contei que havia me depilado no dia anterior, pois provavelmente sairia com uma amiga naquela noite. Também disse que isso era hábito comum - desde sempre preferi me ver livre de pêlos. Na sua ânsia comparativa, ela disse que vez ou outra o marido apenas aparava, mas nunca havia depilado completamente. Disse tudo isso enquanto alternava seu olhar entre meus olhos e minha calça, que já revelava que meu pau se estufava sempre que conversávamos. Num ímpeto que não sei explicar, rapidamente abri o botão e o ziper, puxando pra fora meu pau já praticamente em riste.
- Olha só como fica o meu sem pêlos - disse.
Mal terminei a frase e me dei conta do que havia feito. Estava ela de olhos arregalados, muda, olhando pro meu cacete depilado. Confesso que durante dois segundos me arrependi, mas já que o passo tinha sido dado, resolvi continuar.
- Eu prefiro assim, acho melhor pra mim e também para a mulher - disse, enquanto comecei uma vagarosa punheta.
Ainda assustada, ela tentou dizer algo, que se transformou em uma tímida balbúcia:
- Para com isso, você está louco!? Eu sou casada, você confundiu as coisas…
Mal terminou a frase e para minha surpresa colocou sua mão direita no meu pau, acompanhando a minha punhetinha. De pronto retirei minha mão, deixando que ela fizesse o serviço. Seu olhar foi diretamente para o chão, com clara expressão de susto e arrependimento. Mas, inexplicavelmente, sua mão não saia do meu pau. Alternava punhetadas com carícias que exploravam desde a cabeça do meu pau seguindo por cada veia, até a base. Ela estava confusa, mas a excitação era maior.
Segurou com mais força e aumentou levemente o ritmo da punheta, enquanto encostou seu corpo no meu e sussurrou em tom quase inaudível:
- Por que está fazendo isso comigo?
Percebi sua respiração se tornar ofegante, e com a proximidade comecei a explorar seu corpo com as mãos. Beijos na orelha e no pescoço, carícias nos seios, cintura e bumbum - a respiração dela respondia de imediato, e a força com que me punhetava também. Virei seu corpo - agora ela encostava sua bunda em mim, rebolando de leve enquanto me punhetava. Agora por trás, eu subia minhas mãos por sua barriga até alcançar seus seios, médios e muito firmes, que queriam se livrar logo de qualquer tecido e ficarem totalmente disponíveis para minhas mãos. Enquanto minha mão esquerda continuava a explorar os seios, a direita desceu novamente pela sua barriga e devagar deslizou para dentro de sua calça. Nesse momento, ela segurou meu pau com firmeza e empurrou sua bunda para trás com força, como se quisesse que aquele pau que pulsava em sua mão fosse enterrado por completo.
Por dentro da calça, minha mão sentiu examente aquilo que ela sempre me relatava: uma bocetinha com depilação tradicional, com lábios bem pequenos. Mas duas coisas rapidamente me chamaram atenção: ela estava completamente encharcada de tesão, com um grelo que já se destacava ao meu tato - ela nunca havia me dito nada nesse sentido. Com todo esse mel, retribuir a deliciosa punheta que ela me proporcionava foi uma obrigação: com uma siririca gostosa, alternando dois dedos entre sua quente boceta e seu inchado grelo. Agora nós dois estávamos ofegantes, levando um ao outro ao prazer só com as mãos.
Qualquer sinal de respeito ou vergonha já tinha caído por terra, e agora tudo era guiado pelo tesão que só aumentava. Novamente a virei de frente, e a expressão dela já era outra: prazer e vontade de ser penetrada estavam claros em seus olhos e boca. Devagar, foi tirando calça e calcinha, revelando aos meus olhos aquilo com que sempre sonhei: uma bucetinha branquíssima, com pelinhos castanhos e aquilo que ela chamou de “meu segrego”: um grelo não grande, mas bastante inchado e proeminente, se destacando naquele sexo de formas tão alvas e econômicas. Ela queria a penetração, mas eu não podia deixar de sentir aquilo em minha boca. Logo desci em direção àquela maravilha, e ao encostar meus lábios naquele convidativo grelo, ouvi seu suspiro, acompanhado da pergunta:
- Gostou do meu segredo?
A minha resposta foi apenas chupar, lamber, mamar e mordiscar sem pausas, explorando cada pedacinho daquele valioso relevo. Com ela apoiando a bunda em uma mesa, inclinando o corpo para trás e afastando as pernas, eu fazia minha língua começar quase no rosado cuzinho, subindo por entre os minúsculos lábios, passando pelo portentoso grelo até alcançar os delicados pelinhos, coisa cada vez mais rara em tempos de bucetas e paus completamente calvos.
A ânsia dela por sentir meu pau a fez puxar minha cabeça para cima, levando meus lábios de encontro aos dela. O primeiro beijo foi intenso, tórrido, com nossas bocas se misturando enquanto nossos sexos se roçavam. Rapidamente, ela me afastou um pouco, segurou meu pau e encostou a cabeça dele em sua melada bucetinha. Pincelava para cima e para baixo, às vezes esfregando no grelinho. Quando eu fazia qualquer movimento para que ele entrasse, ela segurava meu corpo - queria comandar aquele momento, ver e sentir cada pedacinho de mim tomar conta dela. E assim foi feito: após deixar a cabeça do meu pau completamente lambuzada com seu mel, a posicionou e com a outra mão começou a puxar meu corpo de encontro ao dela. Os olhos eram fixos, vidrados, vendo com um olhar atento cada centímetro do meu cacete praticamente deflorar aquela delícia branquinha. Assim que ele desapareceu dentro dela, deitou a cabeça para trás, e num gemido de prazer, me abraçou, para novamente nos beijarmos. Ela certamente sentiu meu pau latejar de tesão dentro dela, e com as mãos na minha cintura começou a guiar um vagaroso vai e vem, que fazia com que ele saisse quase inteiro para depois deslizar novamente para dentro. Aquilo ia me deixando cada vez mais maluco de tesão enquanto eu só pensava em quanto iria gozar, até que ela me abraçou com mais força, trançando as pernas em meu corpo e gemendo no meu ouvido - foram mais apenas algumas estocadas para que eu sentisse sua bucetinha ainda mais melada e sua respiração explodindo próxima a minha orelha, enquanto suas mãos corriam por todo o meu corpo. Ela havia gozado, e ao afastar um pouco meu corpo do dela pude ver seu sorriso de agradecimento. Ela havia atingido o orgasmo, mas eu ainda estava a caminho, e por sinal muito próximo dele. Aumentei o ritmo, e ela novamente fixou o olhar naquele entra e sai frenético. Eu estava prestes a explodir quando ela colocou os dedos indicador e médio para acariciar os lábios de sua bucetinha que estavam sendo separados pelo meu pau. Alternava isso com uma massagem circular no seu grelo, que claramente estava com o mais alto grau de sensibilidade. Eu já não aguentava mais, quando ela percebeu e falou com firmeza:
- Eu quero ver! Eu quero ver!
Entendi o recado, e fiz aquilo que ela queria: explodi em jatos de porra quente, que melaram todos aqueles pelinhos e escorreram vagarosamente até o grelo, pra depois tomarem conta de toda a buceta. Eu punhetava para que saísse até a última gota - ela merecia tudo, enquanto brincava com o grelo tomado de porra. Dei a última esfregada, espalhando tudo ainda mais com a cabeça do meu pau, e mais uma vez nos beijamos.
Ela tirou a calcinha, limpou toda a porra e a jogou fora. Olhou pra mim com um sorriso safado e disse:
- Bem que me disseram que rola grossa é melhor! Acho que agora viciei…
Nos despedimos e só aí caí na real: numa só tacada, desvirtuei a amiga de um homem só e transformei o gordinho de pau torto, também conhecido como marido, em corno.

11:04 - 26/1/2014 - comments {0}

No cu, não!

Uma coisa que sempre me maravilhou são as imensas diferenças das pessoas em relação ao sexo. Desejos, taras, fetiches…O que excita alguém, pode ser repulsivo para outro. E vice-versa. Mais misteriosas ainda são aquelas fantasias ocultas, guardadas no recanto mais escuro de uma alma, impossíveis de serem compartilhadas.

Exemplo. A madame grã-fina olha para o esfarrapado mendigo de pés descalços e unhas amareladas e tortas pedindo esmola ao lado do luxoso carro importado. E se imagina de quatro a seus pés, com a boca atolada por sua grossa e mal-cheirosa pica negra. Ela sente sua calcinha se empapar de excitação, sentindo em pensamento ele foder sua garganta, soltar um grito animalesco, a porra farta jorrando em borbotões pelos lados da boca. Justo ela, que se recusa a praticar sexo oral no marido, “é indecente, nojento”. este mesmo, marido, sonha a seu lado com suas próprias perversidades…de quatro, sodomizado pelo descamisado, finalmente possui algo em comum com sua indiferente mulher.

Acho que vocês entendem a ideia. Provavelmente até se lembraram daquela sensação inebriante de prazer ao lidar com o proibido, de desafiar o tabu. Mas ao lado do desejo reside o medo. Ninguém sabe ao certo o que pode absolutamente paralisar alguém quando o assunto é sexo e isto me faz lembrar algo que aconteceu comigo, há tempos.

Eu era universitário e morava fora de meu interior. Milhares de jovens adultos, com os hormônios em ebulição, compunham ambiente ideal para que nossa república fosse um eterno movimento de vai e vem. Mas em algum momento, fraquejei e comecei a namora Rita. Ela não era especialmente bonita, uma daquelas mulheres que normalmente mal reparamos, se entramos em uma sala cheia de gente e ela está lá. Mas a Rita…a Rita era a passividade em pessoa, era incapaz de dizer não. E isto foi o que me atraiu nela, pois sexualmente esta característica me excitava.

Logo na primeira noite que ficamos, tive um boa surpresa. Naquela época (e isso não faz nem quinze anos atrás, para ver como os tempos mudam!), as meninas ainda eram ou fingiam ser recatadas e tínhamos que brigar pelo acesso a um “peitinho”. Mas em um corredor escuro de um prédio afastado da festa, não tive problema em puxar sua blusinha de algodão branco e acariciar um mamilo inchado. A cada passo, uma nova surpresa, o inimigo não reagia a minhas investidas. Ousando a cada vez mais, com expectativa de receber o esperado “não” conforme se esperava dela, em pouco tempo tinha os dedos ensopados, deslizando para dentro e para fora de sua bocetinha, tão macia, a boca fazendo vácuo ao redor daquele seio de bicões gordos.

Foi por isso que fiquei com ela. Não havia situação ou momento em que ela dissesse não. Antes de uma das temidas provas, para relaxar, eu a encontrava de bruços sobre a cama, levantava sua saia, abaixava sua calcinha e me perdia em suas úmidas profundezas. Ela gozava baixinho, o corpo tremendo, sempre discreta.

Outras vezes, quando me cansava de comê-la e queria gozar de uma forma diferente, eu subia um pouco mais e na mesma posição, com os mesmos movimentos, fodia sua boca. Rita ficava parada, a mandíbula aberta, olhos lacrimejantes, meu pau deslizando em sua língua e fazendo aqueles ruídos molhados, até explodir em uma melada chuva de prazer sobre seu rosto e seu olhar vazio.

Eventualmente, me cansei. Percebi que ela não passava de uma boneca, um sofisticado brinquedo sexual que eu usava como bem entendesse. Ela simplesmente aceitava o sexo, como se fosse uma obrigação me satisfazer. Nunca vi nela um desejo próprio. Somando a isto a farra de carne em que via meus colegas imersos, eu clamava por liberdade.

A gota d’água simplesmente aconteceu, sem motivo algum. Era um sábado a tarde, meu quarto já estava impregnado do cheiro de sexo. Depois de meu segundo gozo, a sensação de vazio me inundou e não consegui mais me segurar. O que aconteceu em seguida não posso explicar. Intuição ou inspiração divina, aconteceu de forma tão natural que até hoje rio ao lembrar.

Apesar de sua passividade, eu nunca havia comido o cu de Rita. Para falar a verdade, meus próprios sentimentos em relação ao sexo anal eram algo contraditórios. Ao mesmo tempo em que me excitava vendo filmes pornô, com suas extravagâncias anais, tinha um certo nojo e receio de eu mesmo praticar. O motivo, em uma análise superficial, foi a estória que um amigo havia contado. Ele sim era louco por sexo anal e como nunca conseguia convencer suas namoradinhas a “liberar a ruelinha”, como ele poeticamente dizia, apelou a uma profissional.

Lá foi ele realizar seu sonho, com a puta de quatro para ele, afastando com as mãos suas gordas nádegas para que ele pudesse se perder dentro de suas íntimas profundezas, navegando em seu fetiche. Mas depois de gozar, ainda trêmulo com o arrebato físico e emocional, sua felicidade se transformou em profundo horror: bem na ponta da camisinha, coroando o reservatório onde a prova líquida de seu prazer estava guardada, reinava um único e majestoso feijão. Preto.

Devido à má digestão daquela mulher que nunca conheci, nunca havia sodomizado Rita. E neste momento, algo em meu inconsciente encontrou uma saída. Deitado a seu lado, sussurrei: “Eu vou comer seu cu”. Foi como se tivesse tocado um botão secreto. Rita levantou de um pulo e gritou:

“No cu, não!”

Ela que nunca havia se negado a nada, que para o bem ou para o mal nunca havia demonstrado do que gostava ou não na cama, agora mostrava tanta fibra. Foi minha oportunidade. “Ritinha, amor, faz tempo que tenho este desejo especial, libera seu cuzinho para mim…”. Ela me olhava com olhos arregalados e balançava negativamente a cabeça. Endureci a voz e disse com autoridade “Eu quero seu cu!”. Ela parecia desesperada. Era o momento da cartada final, para atingir meu objetivo, “Ou você me dá o cu, ou então terminamos!”.

E foi então que o inesperado aconteceu. Voltando a minhas elucubrações, não podemos nem imaginar onde o medo reside. No caso de Ritinha, como seu súbito ímpeto de decisão já havia sinalizado, o sexo anal para ela pertencia ao planeta terror. Mas eu nem imaginava como. Apenas acabei de enunciar meu ultimato, ela se ajoelhou diante de mim, puxou minha cueca até o joelho e, para minha surpresa, colocou meu pinto na boca. Eu havia gozado há pouco, mas a sensação de poder que aquele bizarro diálogo me proporcionou me fez latejar de novo, o suficiente para que ela começasse a mamar, como um bebê agarrado a sua chupeta.

O “demo” deve ter baixado, pois minha crueldade não teve limites: “Ritinha, eu não quero a boca, eu quero seu cuzinho, ele vai ser meu…”. Ela tirou da boca e começou a me punhetar, a bater meu pau contra seu rosto, com força. Lágrimas nos olhos, repetindo baixinho, em voz chorosa ela se limitava a repetir uma única frase balbuciante “No cu, não…no cu, não..no cu, não…”.

Confesso que me aproveitei da situação. Fechei meus olhos e permiti, pela primeira vez desde que a havia conhecido, que fosse ela quem me desse prazer. Ela me lambeu, me chupou, me masturbou por um tempo que pareceu uma eternidade. Vez ou outra, quando ela diminuía o ritmo eu gemia, com voz grave e alta “O cuuuuuuuu, o cuuuu” e ela voltava a se devassar, quase se engasgando com meu pênis. Finalmente gozei, o prazer se esvaindo liquidamente de meu corpo. Quando abri os olhos, ela ainda me encarava assustada e repetia “no cu, não”, face e cabelos pingando com meu esperma.

Dias depois, consegui conversar com ela e mostrar minha vontade de seguir caminhos separados. Ela tampouco fez questão, algo havia quebrado entre nós. Mas ainda hoje me lembro dela com uma certa saudade, de quando a tinha a minha disposição, para meu gozo particular. E cada vez que a recordo, a dúvida e a curiosidade me inquietam e fico imaginando que trauma ou bloqueio psicológico que lhe causaria tanto medo ao sexo anal. Ritinha, meu amor, por quê no cu não?

Fonte: http://www.segredodoprazer.com/no-cu-nao/


10:24 - 18/12/2013 - comments {0}

PADRE EU PEQUEI

 

- Padre eu gostaria de me confessar
- Venha ao confessionario meu filho.
- Padre eu pequei !
- Diga meu filho. Deus a tudo perdoa quando a intenção de remissão dos
pecados é verdadeira.. O que você fez ?
- Eu comi minha irmã...
- É, isso não é bom...
- Bom foi, seu padre, mas é pecado..
- Foi isso que eu quiz dizer.. Mas como isso aconteceu ?
.
 
- Seu padre, minha irmã é bem mais novinha que eu, e ela vive entrando no
banheiro quando estou tomando banho e põe uma banquetinha em frente ao
chuveiro só pra me ver tomando banho. Já a peguei olhando pela fresta
da porta do meu quarto numa ocasião em que eu estava me masturbando,
e na semana passada, acordei no meio da noite com ela no meu quarto,
com a mão debaixo das cobertas, tateando e segurando no meu...er... cacete.
- Ih meu filho.. A tentação é coisa do diabo.. Você tem que aguentar..
- Ah seu padre.. eu até que tentei mas a carne é fraca...
.
- Ontem a tarde ela pegou um consolo da nossa mãe e foi pro banheiro.
Sentou-se sobre a tampa da privada e enterrou o consolo no ânus dela,
gemendo de propósito bem alto para eu vir ver o que estava acontecendo.
- E aí o que você fez ?
- Aí eu entrei no banheiro, passei-lhe uma descompustura e a levei puxando
uma das orelhas até o quarto dela, dizendo que aquilo não era coisa de
menina direita fazer
- E ela ?
.
- Ela disse que o cu dela tem estado coçando desesperadamente e ela tem
tentado me mostrar que quer um cacete enterrado no cu para acalmá-la.
- E você o que fez ?
- Eu disse: Bom se e' assim e do jeito que meu cacete já está, eu vou
resolver este problema.
- E aí o que aconteceu ?
- Eu me deitei na cama e disse pra ela: Chupa o cacete com bastante saliva
pois não tenho vaselina e pra entrar no cu tem que estar bem lubrificado.
Ela então caiu de boca, cuspiu no meu pau várias vêzes e aí ficou de 4 e
apontou o dedindo pro cu dizendo: Quero aqui maninho ? Me enraba por
favor que eu estou ardendo de desejo...
.
- E o que você fez ? ai.. ai.. conta.. tô quase...
- Tá quase o que seu padre ?
- Vai conta.. ahhh, uhhh..
- Então eu assestei a ponta da chapeleta do meu pau no olho do cu dela
e fiz pressão..
- Entrou fácil ? ah.. hugh.. ufff...
- Não.. Eu tive que fazer força..
- E ela. ? Ai.. vai.. conta mais...
- Aí acabou entrando e então eu comecei a enrabá-la primeiro lentamente
e depois com velocidade....
- E ela ? ufff. .ahggg...
- Ela empinou a bunda e começou a me dizer pra comer com força
- E você ? conta.. conta... tá quase..
- Então eu não aguentei meu saco cozinhando minhas bolas e esporrei
firme e forte muito, mas muito leite dentro do cuzinho da minha irmã..
- Ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh.. Gozeeeeeeei...
- Gozou ? Gozou o que seu padre ?
- Nada filho, nada.. reze 10 ave marias, 10 padre nossos e vá em paz...

05:13 - 4/5/2013 - comments {0}

MINHA IRMÃ E MEU CUNHADO

‘’MINHA IRMÃ E MEU CUNHADO’’
Meu nome é Lia, tenho 18 anos, e eu vou relatar a vocês como me tornei o brinquedo favorito do meu cunhado e da minha irmã.
Eu morava com os meus pais em Sorocaba, no interior de São Paulo, mas andei dando trabalho pra eles, rsrs, e eles já são de idade, então em uma reunião de família, estávamos: eu, meus pais, minha irmã e meu cunhado, e minha mãe começou a reclamar de mim, foi aí que minha irmã saiu com uma grande ideia: "Porque a senhora não deixa a Lia morar comigo e com o Miguel por uns meses?", eu quase pirei, eu sabia que com a minha irmã o buraco seria mais embaixo, eu já tinha 18, ela ia querer que eu fosse pra faculdade. Implorei pra minha mãe não deixar ela me levar, mas não teve jeito, fui quase que arrastada pra Ipanema, zona sul do Rio de Janeiro.
Minha irmã tem 29 anos e meu cunhado tem 30, ele é filho de um empresário, então os dois trabalham na empresa. Assim que chegamos ao apartamento deles, minha irmã e pegou minha mala, ela abriu e pegou meu cigarro e outras coisas, eu não entendi nada, e perguntei: - O que é que você tá fazendo? - Não pode usar essas coisas aqui Lia. Fiquei muito puta, mas não disse nada. Os dias foram passando, e eu até que estava me acostumando. Eu sempre visitava pelo meu notebook sites de vídeos pornô enquanto eles estavam trabalhando. Eu estava vendo um vídeo de uma mulher dando pra 2 caras, eles batiam nela e metiam aquelas picas gigantes na bunda e na buceta dela, ela gemia alto, comecei a me tocar nuazinha, minha pele branquinha arrepiada, meus olhos azuis se contorcendo de tesão, com meu cabelo loiro e liso caído sobre meus seios nus, com meus delicados dedos tocando minha pequena bucetinha. Quando caí em mim, vi minha irmã e meu cunhado parados na porta do quarto em que eu estava, um certo desespero tomou conta de mim, meu coração batia forte, Miguel disse: "Nossa Anallu, você tem uma irmã no mínimo safadinha", isso me deixou envergonhada, eu corei e abaixei a cabeça, a Anallu riu e falou: "O que eu vou fazer com você hein maninha? Você dá um belo trabalho", eles chegaram perto de mim e ela continuou: "Então você gosta de brincar né? A gente vai brincar com você", Miguel trancou a porta e eles começaram a tirar a roupa, eu não conseguia falar nada, a voz não saía, Anallu continuava: "Fica calma, a gente vai cuidar bem de você", e Miguel completava: "Você só tem que fazer tudo que a gente mandar", eu fiz que sim com a cabeça, eles sorriram, Miguel veio por cima de mim, colocando a pica na minha boca, eu estava com um pouco de nojo e medo, mas comecei a chupar a pica dele, enquanto minha irmã se tocava olhando pra gente, ele segurava a minha cabeça e puxava com força contra a pica dele, eu sentia crescer na minha boca, então ele tirou e disse: "Fica de 4", obedeci de imediato, ele meteu tudo sem dó na minha buceta, soltei um gemido alto, minha irmã se deitou na minha frente deixando sua buceta no meu rosto, não esperei ela mandar, caí de boca, estava molhadinha, Miguel me dava tapas na bunda, eu comecei a rebolar, Anallu se contorcia na cama com minha língua na sua xana, ela me dizia: "Chupa a minha buceta, sua vadiazinha, chupa gostoso", eu chupava com tesão, agora estava adorando ser a vadiazinha deles, Miguel tirou a pica da minha buceta e começou a enfiar devagarzinho na minha bunda, senti um desconforto, minha irmã puxou minhas mãos e as colocou nos seus seios, me deixando sem apoio, Miguel metia forte e estava doendo um pouco, minha irmã gemia alto e gozou na minha boca, lamber ela todinha me encheu de tesão, gozei também, rebolando na pica do meu cunhado, ele tirou a pica da minha bunda, me puxou e disse: "Quero gozar na tua boca", então forçou minha cabeça pra baixo, abocanhei aquela rola enorme, engolindo tudo, senti ele estremecer e encher minha boca de porra. Deitamos todos na cama e nos recompomos, minha irmã então começou a chupá-lo, e Miguel me puxou pelos calcanhares e começou a me chupar, que tesão, minha irmã subiu em cima dele, cavalgando na sua pica, e ele me chupava, não aguentei muito e gozei, logo depois Miguel e minha irmã gozaram juntos. Depois desse dia nós transamos sempre, sou o brinquedinho deles, e acho isso muito sexy, fazem comigo o que querem, e eu adoro agradar meus donos.

02:42 - 7/4/2013 - comments {0}

MEU MARIDO ME ARRUMOU UM AMANTE

“MEU MARIDO ME ARRUMOU UM AMANTE”
Eu (Mirena) e Rafael, mesmo depois de 2 anos de casados nos dávamos muito bem na cama. Rafael é desses homens que gostam de inventar situações embaraçosas só pra apimentar nossa relação. Começou quando ainda éramos noivos... Passeando por uma praça em nossa cidade ele me fez tirar a calcinha e sentar num banco pra ficar batendo fotos com sua câmera digital... Fiquei excitadíssima só de imaginar alguém me pegando de pernas abertas pro meu noivo fotografar minha buceta. Hoje, temos em nosso computador várias fotos gravadas em que eu mostro: bunda; buceta e peitos em lugares públicos... Já chegamos a ser flagrados por idosos em praças públicas. Atualmente, eu com 25 anos e ele com 28, ainda gostamos de aprontar coisas diferentes pra nos deixar bem excitados... Uma delas é de Rafael me levar pro terraço do prédio onde moramos e ficar me comendo atrás da pilastra da caixa d`água. Mas foi depois de boatos de que tinha um tarado andando pelo nosso bairro invadindo casas e até prédios pra estuprar mulheres, e que algumas deram depoimentos de que ele era até muito carinhoso, que minha vida ia mudar drasticamente. Conversando com Rafael sobre o assunto, ele sempre brincalhão me falou que numa situação daquela a mulher nunca devia reagir; por mais legal que fosse o tarado ele podia partir pra agressão. E ainda teve a audácia de me falar: se caso ele entrasse em nossa casa eu deveria ser muito boazinha com o tarado e fazer tudo que ele pedisse. Rimos muito, e Rafael passou a sempre que chegava em casa me perguntar se o tarado não tinha aparecido pra me estuprar... Não levava a sério e até cheguei a comentar na brincadeira:

- Acho que vou passar a deixar a janela sempre aberta pra ver se ele aparece... Hahahahaha!...

Ele olhando pra mim e também rindo:

- Do jeito como você é gostosa; tenho certeza de que ele vai aparecer só pra colocar um chifre na minha cabeça!...

Senti um calafrio percorrer todo meu corpo:

- Nem brinca meu amor... Não quero nem pensar numa coisa dessas!...

Rafael me abraçando e me beijando:

- Já disse meu amor... Se acontecer, você tem mais é que obedecer ao tarado; combinado?

Pelo sorriso, imaginei que Rafael só podia estar querendo aprontar alguma nova brincadeira comigo.

Mas foi justamente num sábado em que estávamos fazendo 2 anos de casados; Rafael chegou do serviço trazendo uma garrafa de champanhe dizendo que íamos comemorar. Depois de bebermos uma boa quantidade de champanhe e depois de Rafael me deixar peladinha na cama; seu celular tocou... Rafael atendeu; e:

- Tudo bem... Em cinco minutos eu chego aí!...

Fiquei preocupada, mas Rafael dizendo que era da fábrica onde ele trabalhava e que era apenas uma pessoa pedindo pra ele levar um documento que já estava no porta-luvas do carro; completou:

- Fica assim peladinha meu amor; volto em menos de 10 minutos!...

Só sei que a champanhe que tinha me deixado eufórica foi me deixando toda mole que acabei cochilando... Acordei com alguém me sacudindo e quase que tive um troço ao ver um mascarado: com uma touca ninja cobrindo todo o rosto, óculos escuros, camisa de mangas compridas e até de luvas; tapando minha boca:

- É melhor você colaborar comigo; prometo que não vou lhe machucar!...

Fui relaxando por ter reconhecido a voz de Rafael; mesmo ele tentando disfarçar... Pra mim era mais uma de suas maluquices. Mas quando vi outro mascarado entrando me desesperei e resolvi tentar cobrir meu corpo com um lençol:

- Que isso Rafael... Quem é esse cara?!...

O primeiro mascarado que eu tinha certeza de que era o Rafael, me segurando e dando uns tapinhas de leve no meu rosto:

- Aqui não tem porra nenhuma de Rafael... Ou você fica caladinha; ou vou lhe dar tanto tapa na cara até te deixar desmaiada!...

Veio a dúvida e vendo que ele levantava a mão pra me bater:

- Tá bom! Tá bom! O que vocês querem?...

- Só queremos nos divertir um pouquinho com você... Fica na posição de quatro; fica!...

Fiquei, e o primeiro mascarado; o que eu mesmo na dúvida achava ainda que era o Rafael, subiu sobre a cama atrás da minha bunda e o outro veio na minha frente tirando de dentro da calça uma piroca enorme e cabeçuda:

- Chupa minha pica dona... Mas já sabe né; se m***** você pode se dar muito mal!...

Abri minha boca e deixei que ele enfiasse a cabeça e mais alguns centímetros pra fechar meus lábios e começar a mamar... Enquanto isso, o primeiro mascarado atolou a pica na minha buceta e dando tapinhas na minha bunda; falando pro segundo:

- Não falei cara; não falei que ela era muito gostosa?...

O segundo segurando minha cabeça e fazendo ele mesmo movimento de vai e vem com sua pica na minha boca:

- Põe gostosa nisso... Essa deve ser a mais gostosa do bairro!...

O primeiro socando na minha buceta e dando um tapa um pouco mais forte na minha bunda:

- Ouviu o elogio que ele te fez sua putinha?... Desse jeito nós vamos voltar outras vezes pra te foder!...

O primeiro gemendo e gozando na minha buceta e o segundo tirando a pica da minha boca:

- Deixa comer a buceta dela; também!...

Foi pra trás de mim, e quando ele começou a enfiar aquela enorme piroca na minha buceta já toda melecada de porra, e o primeiro vindo pra minha frente e eu vendo o relógio em seu pulso tive a certeza absoluta de que era o Rafael... Pensei comigo: Se ele tinha me aprontado aquela e estava gostando de ver outro homem me fodendo; eu ia mostrar pra ele do que eu era capaz:

- Hummm! Hummm! Que pau gostoso!... Mete! Mete! Mais! Mais!... Quero gozar! Quero gozar!...

O cara era tão bom que mesmo eu gritando que estava gozando ele ainda ficou por mais de 10 minutos socando forte na minha buceta que tive um segundo e delicioso orgasmo antes dele também gozar dentro de mim. Deitei colocando uma toalha debaixo da minha bunda pra aparar a quantidade de porra que saia da minha buceta, e sorrindo toda satisfeita resolvi dar o troco no meu maridinho corno:

- Nossa; como foi gostoso... Vocês podem voltar sempre que quiserem; é só tomarem cuidado pro meu marido não estar em casa, ok?...

O primeiro chamando o amigo pra irem embora:

- Pode deixar que vamos voltar sim; sua vagabunda!...

Só fui me lavar e voltei ficando deitada do mesmo jeito que estava antes (peladinha). Mas 10 minutos se passaram pro Rafael entrar no quarto e me beijando; vi que ele tinha trocado apenas a camisa:

- Está tudo bem meu amor? Aconteceu alguma coisa diferente enquanto me esperava?

- Não! Não aconteceu nada; por quê?

- É que eu demorei um pouco e fiquei preocupado!...

E virando pro canto:

- Só estou com muito sono meu amor... Acho que vou dormir um pouco!...

Por dois dias seguidos, Rafael veio me perguntar se eu não tinha nada pra contar pra ele. Na primeira vez eu simplesmente com a cara mais lavada do mundo:

- Porque meu amor? Você acha que estou lhe escondendo alguma coisa?

Ele gaguejou que não... Mas na segunda vez, eu olhei bem pra cara dele:

- Você é que tem alguma coisa pra me falar; né? Quem é o cara que veio com você naquela noite em que ficaram fingindo que eram dois tarados?

Ele sorriu dizendo que tinha achado que tinha me enganado, e que esperava que eu lhe contasse tudo antes de me confessar que tinha sido ele e um amigo de muita confiança... Fingi estar com raiva:

- Seu cachorro... Como você teve coragem de fazer aquilo comigo?

- É que eu sabia que você ia gostar... E gostou não foi?

Eu sentando no seu colo e lhe dando um beijo:

- Adorei... Foi a loucura mais gostosa que você já fez comigo; e quando os dois tarados vão voltar aqui em casa?

Rafael já tirando minhas roupas pra me foder:

- Se você quiser; podemos combinar pra esse final de semana?!

Eu ficando de pé sobre o sofá e colocando minha buceta pra ele passar a língua:

- Combinado; só que não vai mais precisar de máscaras; né? Quero ver a cara do seu amigo e a sua quando ele estiver me comendo!...

Rafael como um cachorrinho passando a língua no meio das minhas pernas:

- Essa sua safadeza está me deixando excitadíssimo!...

Fomos pra cama e Rafael enfiou seu pinto em todos meus buracos: boca, buceta e cuzinho... Gozei feito uma cadela no cio.

Chegou o sábado, eu ansiosa pro Rafael chegar com seu amigo quando tocou o telefone. Atendi e era o Rafael dizendo que ia ter que ficar mais algumas horas no serviço, mas que eu podia receber seu amigo Igor mesmo antes dele chegar. Igor chegou com a cara mais lavada do mundo e nem bem fechei a porta pra ele me abraçar e me beijar na boca... Me livrei dos seus braços:

- Nossa... Você é bem atrevido né?...

Ele voltando a me agarrar:

- O Rafael me contou que você gostou muito daquele dia, e me autorizou a começar antes dele chegar!...

Deixando que aquele lindo safado me beijasse novamente:

- Autorizou você fazer o quê?

- Te levar pra cama!...

Eu imaginando ter aquela enorme pica novamente:

- Já que é assim; então vamos!...

Estava um pouco acanhada, mas quando vi aquele homem se despindo e sua enorme piroca dura, tratei logo de tirar toda minha roupa e deitar na cama. Igor beijou muito minha boca e mamou bastante nos meus peitos antes de atolar seu pau na minha buceta e me fazer gemer e gritar de prazer:

- Ai ai ai ai!!!!... Que pica deliciosa; enfia tudo... Enfia!...

Igor dava cada socada que parecia que seu pau ia me atravessar toda e sair pela minha boca... Assim que acabei de ter um delicioso orgasmo; Igor sussurrando ao meu ouvido:

- O Rafael me disse que você adora dar a bundinha; é verdade?

- É sim... Mas... Mas... Seu pinto é muito grande Igor!...

Ele tirando da minha buceta, me virando de bruços e beijando minhas nádegas:

- Adoro comer um cuzinho; e não vai ser por alguns centímetros a mais que você vai me negar; né?...

Fui empinando a bunda e ficando de joelhos... Igor passou um pouco de saliva na ponta do seu pinto e veio empurrando até começar a entrar. Travei os dentes e deixei Igor enfiar até encostar o saco... Novamente a impressão era de que ia chegar na minha boca aquela enorme piroca. Comecei a gemer alto e escutei a voz de Rafael que entrava no quarto:

- Ela também gosta de apanhar na bunda Igor... Dá uns bons tapas nela; dá!...

Aproveitei a diga no meu maridinho:

- Pode bater Igor... Bate com bastante força na minha bunda!...

Veio um tapa e em seguida algumas bombadas e eu fui pedindo pra ele bater cada vez mais forte... Minha bunda passou a arder, e com aquele pauzão indo e vindo no meu buraquinho pela primeira vez tive um orgasmo dando o rabo.

Igor passou a ser meu primeiro amante com o consentimento do meu maridinho corno. Mas Rafael também permitiu que eu tivesse relações sexuais com outros homens do nosso círculo de amizades... Só que eu não podia contar que ele sabia....

02:41 - 7/4/2013 - comments {0}

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Olá Pessoal, Meu Nome é Marcus Antonio sou da cidade de Maringá, Casado tenho 35 anos... "Sou um observador que navego nas noites frias e escuras, enquanto todos dormem, eu fico acordo, e a fumaça de um cigarro queimando..."

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